Sócrates Pensador
Entendo a tentação de se apropriar das reflexões do Cortella sobre Lewis Carroll e o Gato de Cheshire, mas se aplicam pouco ao Corinthians.
As coalizões políticas no clube sempre foram bem alinhas entre seus integrantes, que sabiam muito bem onde queriam chegar. E todo mundo sabe onde eles queriam chegar.
Jogador de futebol nem percebe unidade institucional. É um time, não um partido político. Boleiro quer dinheiro na conta, liderança no campo e, de preferência, não jogar contra a arbitragem.
em Bate-Papo da Torcida > Para quem não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve
Em resposta ao tópico:
"Para quem não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve"
Essa parábola se encaixa perfeitamente no que o SCCP vive.
Todas essas incertezas institucionais e inseguranças financeiras tornam o Corinthians um moribundo, um andarilho sem perspectiva que não sabe no outro dia onde dormirá e nem do que se alimentará.
Os jogadores são estimulados indiretamente a desacreditarem da instituição e por consequência criar antipatia pelas recorrentes ingerências.
Enquanto não existir unidade, ou seja, uma ideia clara e promissora das pretensões corintianas não haverá por parte dos atletas o devido nível de comprometimento tão desejável para uma instituição da dimensão de nosso clube.