Gabriel Fidalgo
Lucas Piton estreou pelo profissional do Corinthians ainda em 2019. Me lembro de vê-lo em campo na enganosa goleada por quatro a um sobre o Botafogo-SP, na primeira rodada do Campeonato Paulista de 2020. Me recordo de esperar pouco dele naquele momento, afinal Sidcley estava acertado e iria ser o titular em breve na sua segunda passagem pelo clube…
Agora, vamos para 2023, e muita água já rolou embaixo da ponte da lateral-esquerda corinthiana. Até Fábio Santos retornou, algo que parecia impensável há alguns anos atrás e superou o garoto Piton em performance. Nos momentos chave de 2022, como na primeira partida diante do Flamengo pelas quartas da Libertadores, ainda estranhamos Piton como protagonista na posição. Ou pelos menos grande parte dos torcedores. Isso precisa mudar!
2023 tem que ser o ano do amadurecimento do jogador, não há mais espaço para elogios futuros. Piton precisa se firmar, uma vez que o fogo da brasa de Fábio Santos parece que não deve durar mais de uma temporada completa e intensa. Seja como um lateral que tenha evoluído nos aspectos defensivos, ou como um lateral que se firme como talentoso e capaz de definir lá na frente.
Caso contrário, imagino que o próximo treinador peça um lateral-esquerdo que entregue poder ofensivo ao passo que não passe insegurança na defesa.
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