Flávio I.
O Marcos disse tudo, inclusive na matéria vinculada ao Lancenet aqui no Meu Timão discutimos sobre isso.
É bom que fique claro para todos nós corinthianos que NÃO FOI O Andrés O IDEALIZADOR dessa mudança. O que ele disse (no Arena Sportv) foi que é CONTRA a mudança no estatuto NO MOMENTO, mas que aceitaria 'como bom democrata' se essa fosse a decisão da maioria dos conselheiros do clube. Talvez só mais adiante, e que se mudar agora, ele não será candidato. Apenas isso (link sobre o assunto, copiem e colem no navegador):
http://sportv.globo.com/videos/arena-sportv/t/edicoes/v/andres-fala-de-sobre-sua-carreira-e-comenta-possivel-retorno-a-presidencia-do-corinthians/2331171/
Mas aí chegou o Perrone e em seguida o Lancenet (matéria sem assinatura, inclusive) distorcendo a informação, dizendo que o Andrés queria essa alteração. Mentira! Sabemos que os 'jornalistas' mencionados pelo Marcos são vinculados à oposição à atual gestão, e sempre que podem, plantam matérias depreciativas para conseguir voltar ao poder e ter influência nos bastidores novamente.
Outra coisa que deixa isso bem claro é a consulta ao que pensa o empresário Paulo Garcia (candidato derrotado nas três eleições anteriores, a última unindo os grupos de oposição, inclusive). Coincidência? Duvido que seja.
em Bate-Papo da Torcida > Mudança no Estatuto - Retrocesso?
Em resposta ao tópico:
Sou fã incondicional do Andrés Sanchez. Corinthiano que não reconheça o que ele fez por nós, tá é maluco (no pior sentido da palavra).
Mas fiquei desconfortável com a ideia de mudarem o estatuto que impede as reeleições, para que o Andrés pudesse retornar. O próprio Andrés lutou muito para que as reeleições acabassem e para que o Corinthians parasse de ser um time com um único dono (como foi nas looongas gestões Vicente Matheus e Dualib). O Corinthians tem 30.000.000 de donos.
Alternância no poder é vital para o desenvolvimento de um clube. Uma pessoa no mesmo cargo, por muito tempo, adquire vícios que comprometem a gestão. Acabar com a reeleição foi uma lição de gestão não só para os clubes do Brasil, para para os clubes do mundo. O time que lutou pela Democracia na década de 80, voltou a mostrar que Corinthians não se trata só de futebol, mas de um ideal.
Com a mudança de estatuto, o Corinthians dará um passo considerável para voltar a ser um feudo, e futuramente, poderá cair nas mãos incapazes e indecentes como aquelas que por tanto tempo impediram que nosso gigante clube despertasse.

