Mano Jr
Na Europa também tem limitação de estrangeiros; acontece que lá eles estabelecem a categoria de jogador comunitário, ou seja, europeu (a Ásia segue o mesmo esquema, se não me engano); então um jogador eslovaco na Inter de Milão não é considerado estrangeiro, por exemplo. Na América do Sul poderia ser deste jeito; jogador sul-americano seria considerado comunitário; neste caso, só Rafael Ramos seria considerado estrangeiro em nosso elenco.
em Bate-Papo da Torcida > A quem interessa essa regra de limitação de estrangeiros?
Em resposta ao tópico:
Estamos em 2023 e ainda só podemos relacionar 5 estrangeiros por partida. As melhores ligas do mundo tentam atrair os melhores jogadores de qualquer parte dos 5 continentes.
Os clubes gastam uma fortuna (não com salário de jogador ruim ou aposentado) com sistemas de scout para ter acesso as melhores oportunidades, constroem escolinhas para formar e monitorar os jogadores desde criança. E aqui essa palhaçada de jogador de empresário que na cabeça deles são os melhores jogadores do mundo.
Nas categorias de base não precisa falar o que acontece lá.
Aqui a cada 10 desconhecidos contratados acertam 1 e se vangloriam disso. Vai você ter esse aproveitamento no seu trabalho para ver o que te acontece.
Gastam fortunas com salários, luvas, rescisão e comissão mas não conseguem contratar um tradutor para contornar o problema com idioma (e nem consideram a possibilidade do cara aprender o português) e não conseguem contratar um psicólogo para monitorar o comportamento e a saúde dos jogadores.
Quantas oportunidades na América (Sul, Central e Norte) e África, por exemplo, perdemos? Não estou falando dos melhores do mundo, estou falando de jogadores que entregam tudo que é esperado deles e até mais, e você não tem dúvidas de que os valores investidos são justos.







