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@antonio.junior46 em 27/01/2023 às 14:43
Na Europa também tem limitação de estrangeiros; acontece que lá eles estabelecem a categoria de jogador comunitário, ou seja, europeu (a Ásia segue o mesmo esquema, se não me engano); então um jogador eslovaco na Inter de Milão não é considerado estrangeiro, por exemplo. Na América do Sul poderia ser deste jeito; jogador sul-americano seria considerado comunitário; neste caso, só Rafael Ramos seria considerado estrangeiro em nosso elenco.
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@everton.silva39 em 28/01/2023 às 01:49
A Inter foi campeã do mundo em 2010 sem nenhum italiano e 8 sulamericanos isso mostra como as coisas então atrasadas por aqui
@luiz-herrera em 27/01/2023 às 16:52
O mais engraçado disso tudo é que se for parar pra pensar, a maioria dos estrangeiros são jogadores fracos...
É uma vergonha o futebol brasileiro ter que ir na Colômbia/Equador/Paraguai buscar jogador.
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@diego.campos7 em 27/01/2023 às 14:21
Isso é muito do velho saudosismo de achar que o Brasil é o melhor país do mundo, o país do futebol. De que não temos nada pra aprender, só eles que tem que aprender conosco.
@gabriel1709 em 27/01/2023 às 14:20
Todo lugar tem isso. A diferença é que na Europa, quem é jogador da União Europeia não pode ser tratado como estrangeiro. Isso quem decidiu foi o Tribunal Europeu, que trata sobre assuntos da União Europeia. Por isso traz a ideia de que tem muito estrangeiro (e de fato tem kkkk), mas é que na prática eles não contam como estrangeiros. Só conta quem é de fora da UE.
Fora que muitos brasileiros e africanos têm alguma nacionalidade europeia, aí também não contam como estrangeiros.
@asiqueira08 em 27/01/2023 às 14:13
Em todos os países existe restrição semelhante. A diferença é que na Europa eles têm a tal da Lei Bosman que permite que os jogadores europeus sejam considerados trabalhadores comunitários na zona do Euro e não contam como estrangeiros. Por isso que o jogador brasileiro que tenha dupla cidadania consegue ser vendido mais fácil para a Europa.