Fábio Carvalho
Hoje ele poderia ter colocado Boselli mesmo no lugar de Pedrinho, quando optou por Vital.
Antes que alguém ache exagero, basta lembrar que o Brasil perdeu pra Belgica que tinha três na frente. Quem jogou nas costas de Marcelo inclusive foi Lukaku, que é maior e mais pesado que os três atacantes do Corinthians.
Seria uma alteração bem ousada, e isso fica longe do estilo de Carille.
O time fica lançando bola alta no centroavante pra tentar pegar a segunda bola (rebote do centroavante) desde 2017. Deu certo o ano todo, e em 2018 foi mais na conta da fase matadora de Rodriguinho, que atuava mal por 80 minutos ou mais, e em 1 minutinho resolvia a partida. Este ano Carille continua usando bola direta e alta, mas agora em Gustagol. Quem faz isso mais é Manoel, porque nossos meias não estão vindo dar a saída de jogo. Todos jogando de costas pra marcação e de frente para o próprio gol, o que pra mim é errado.
Portanto, no segundo tempo, com dois caras pra dar a casquinha em cima e Love pra pegar a rebarba, Sornoza poderia jogar a frente de Ralf e Urso (Richard), fechando o meio, e via se os saopaulinos iam ter esta coragem toda de deixar 2x3 ou 3x3 na zaga deles...
em Bate-Papo da Torcida > Mauro Boselli
Em resposta ao tópico:
Não seria a hora do Carille testar Boselli junto com o Gustagol?
Entendo que temos tudo para ter a melhor dupla de ataque do Brasil, mas ele insiste no V.Love e está deixando o argentino de molho, correndo o risco de deixar o atleta desmotivado e termos problemas no elenco.
O investimento foi alto, o cara é um dos maiores centroavantes em atividades no planeta e é perfeitamente possível que os dois joguem juntos. Já são dois jogos seguidos, e importantes, que o gringo sequer pisou no gramado.
E aí Carille, quando iremos ver essa dupla no comando do ataque?