Edwin Duval
Sou velho e perdi totalmente o interesse pelo futebol mundial depois da Internet, não vi nem a Copa de 2002.
Eu não sou saudosista. Só tenho muito mais conhecimento do futebol de antigamente. E hoje eu só acompanho o Corinthians.
Não conheço nenhum desses novos 'craques'
Não tem nem como eu discutir futebol com Enzos porque não sei nada do futebol atual.
E acho que nem posso ser chamado de raiz. Raiz é meu pai, que ia no Pacaembu nos anos 50.
em Bate-Papo da Torcida > Tanto os Enzos quanto os Saudosistas são insuportáveis
Em resposta ao tópico:
Para o Enzo, só o futebol da década de 2010 até agora importa. Dane-se Ronaldo, Rivaldo, Romário, Maradona, Roberto Carlos, Maldini e outros. Para eles, Neymar é o melhor jogador da história da Seleção Brasileira (afinal, eles têm pouco conhecimento de outros nomes, ou quando tem, ignoram). Desprezam nomes como Pelé, falando que só jogavam contra 'pedreiros', e fazem comparações esdrúxulas do futebol antigo com o futebol atual (o futebol de atual de qualquer maneira é mais físico e cansativo do que antigamente, comparações assim são sempre esdrúxulas), desprezam o futebol brasileiro em detrimento do futebol europeu, falando que até mesmo um time de um campeonato pequeno da Alemanha bateria em todos os times da Série A (mesmo a Série A brasileira sendo uma das mais competitivas do mundo).
Já para o Saudosista, o tal do 'futebol raiz' (um futebol que só existe na cabeça deles) é o único importante, e o resto que se dane. Eles têm uma idolatria imensa por um Ronaldinho Gaúcho ou Kaká, apesar de ambos nunca terem sido decisivos na Seleção.
Inclusive, Ronaldinho nunca foi essa coisa que falam. Foi coadjuvante em 2002 e em 2006 fez nada. Foi uma vergonha. Eles também ignoram novos craques (Endrick, Rayan, Kvaratskhelia, Haaland, Harry Kane, entre outros) e falam que o futebol acabou de vez. Ignoram sempre o que deixa o futebol ruim de verdade (essa mercantilização), e culpam o tal do 'futebol nutella', e a 'cultura woke', culpando até mesmo times femininos por problemas estruturais do próprio futebol.
No final, os dois são insuportáveis.
