Gustavo Marichal
A queda do Diniz está associada à venda de jogadores e ausência de reposição com atletas de mesmas características - foi assim com o Rayan do Vasco, por exemplo, ou com alguns jogadores do Fluminense. Nesse momento, o time perde desempenho e a imprensa começa a dizer que o ciclo do Diniz está concretizado, como se ele fosse ter o mesmo resultado em todo time que treina.
A diferença é que a torcida do Corinthians apoia em campo o tempo todo, ao passo que outras torcidas vaiam em qualquer oportunidade. Acredito que isso possibilitará a ele ter novas possibilidades de carreira no Corinthians.
em Bate-Papo da Torcida > Eu gostaria de um Diniz 2.0
Em resposta ao tópico:
Os primeiros três jogos do Diniz mostram uma coisa: ele ainda não implementou sua filosofia.
Ele está trabalhando a parte tática aos poucos durante a semana e percebeu que com pouco tempo ele não vai conseguir colocar em prática tudo que ele pensa sobre futebol.
Sobre isso eu tenho duas considerações: Na parada da copa ele implementar o Dinizismo total? Se o clube estiver vivendo um bom momento até lá, será que seria necessário?
Acho difícil ele abrir mão do que pensa pra criar uma nova forma de jogar. Mas também acho que esse é o passo que falta na carreira dele; aprender a abrir mão de algumas temosias para ser mais efetivo.
Quero muito que o Corinthians tenha um Diniz 2.0, porque a versão original a gente já sabe que começa com muito oba-oba e depois tem sempre uma queda vertiginosa de rendimento.
Vai Corinthians!






