Rodrigo Otavio
O Corinthians vive uma crise profunda, e é impossível ignorar o papel de Romeu Tuma Júnior nesse cenário.
Como presidente do Conselho Deliberativo, ele deveria ser peça de estabilidade. Mas o que vemos é exatamente o contrário: conflitos, interferências e um ambiente político completamente tóxico.
O próprio clube virou palco de brigas, acusações graves e até afastamento do cargo por decisão de conselheiros, em meio a denúncias de interferência na gestão e ameaças internas. E mesmo assim, ele se recusa a aceitar decisões institucionais e insiste em se manter no poder, alegando que só sai com ordem judicial.
Isso não é liderança. Isso é apego ao poder.
Enquanto isso, o Corinthians afunda: dentro de campo sem rumo, fora dele dominado por disputas políticas. O clube virou refém de egos e interesses pessoais.
E quando o presidente do Conselho, que deveria organizar, fiscalizar e dar direcionamento institucional, se torna protagonista do caos… fica difícil acreditar em qualquer reconstrução.
A pergunta é direta:Romeu Tuma Júnior está defendendo o Corinthians ou apenas defendendo sua permanência no poder?
em Bate-Papo da Torcida > Romeu Tuma Júnior — um dos responsáveis pelo caos no Corinthians