De'galli 11
Só me di uma coisa, com 27 anos você acha que esse bagre vai render algo para nós...quem em sã consciência vai querer esse cara com 29 anos...cuiabá /////curitiba, pelo amor de deus
em Bate-Papo da Torcida > Marcelo Paz fez um bom negócio com o Shakhtar
Em resposta ao tópico:
O Shakhtar aceitou negociar Maycon em definitivo, sem custos, mas mantendo uma sociedade com o Corinthians nos direitos econômicos do atleta. Os ucranianos ficarão com 50% de uma futura transferência.
O Timão tem uma dívida de aproximadamente 1 milhão de euros (equivalentes a cerca de R$ 6,5 milhões) com o clube ucraniano pelos últimos empréstimos de Maycon.
Em fevereiro deste ano, a Fifa condenou o Corinthians em processo movido pelo Shakhtar, mas o clube de Parque São Jorge recorreu à Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla em inglês). O julgamento do recurso continua pendente.
A dívida com o clube ucraniano não impediu a aquisição do jogador e passou a ser tratada separadamente nas negociações.
Estamos falando de um jogador já ambientado ao clube, que conhece o vestiário, a torcida, a pressão e o estilo de jogo. Isso reduz riscos de adaptação, acelera o rendimento em campo e evita custos extras com apostas incertas no mercado.
O Corinthians não pagou valor de transferência, algo raríssimo no cenário atual, e ainda manteve Maycon em definitivo no elenco. A divisão de 50% dos direitos em uma futura venda é razoável, principalmente considerando que o clube não desembolsou nada agora e ganha margem para valorizar o atleta esportivamente.
Outro ponto importante: a dívida foi tratada separadamente, o que dá fôlego financeiro ao clube e evita travar uma negociação que, do ponto de vista técnico, é positiva. O processo no CAS segue seu curso jurídico, sem impedir o Corinthians de fortalecer o elenco.
Em resumo: o Timão garante um jogador identificado com o clube, sem custo imediato, com potencial de retorno esportivo e financeiro, e ainda evita uma saída abrupta que obrigaria o clube a ir ao mercado gastar mais. Dentro da realidade financeira atual, foi um acordo inteligente, pragmático e bem conduzido.