Anderson Henrique
Sem fundamento. Vamos aos fatos: antes da chegada de Ronaldo, o Real Valladolid estava há quatro anos na LaLiga 2 (segunda divisão espanhola) e acumulava uma dívida de 25 milhões de euros.
Com a compra, ele trouxe visibilidade e ajudou o time a retornar à elite. É verdade que o clube foi rebaixado duas vezes, mas estamos falando de uma das ligas mais difíceis do mundo. Para efeito de comparação, seria como se ele comprasse um time modesto da Série B brasileira, levasse para a Série A e o tornasse competitivo. O Valladolid nunca foi um clube de primeiro escalão na Espanha, então as oscilações são compreensíveis.
Outro ponto importante: o que restava do Cruzeiro antes da compra por Ronaldo? O clube estava à beira do colapso financeiro, com um histórico de crises e próximo de fechar as portas. Ele assumiu e conseguiu devolver o time à elite.
Em resumo, o brasileiro é imediatista, mas projetos levam tempo. Comparando o antes e depois da gestão de Ronaldo, é inegável que houve melhora. Construir algo grandioso leva anos; se fosse simples, qualquer bilionário compraria um clube pequeno e, no ano seguinte, estaria ganhando as principais ligas. Equilibrar as contas, dar prestígio ao clube e garantir retorno financeiro não é tarefa fácil — e isso ele conseguiu.
em Bate-Papo da Torcida > O Ronaldo não é corinthiano e como dirigente só tem trabalhos...
Em resposta ao tópico:
Eu também vivi toda aquela fase do Ronaldo como jogador aqui. Gostava muito dele. Foi divertido demais.
Mas ele não é corintiano. Finge ser por tudo que o clube representa.
Eu nunca vi ele por aí defendendo o clube, fazendo criticas a quem ataca o clube, ou qualquer outra coisa que um torcedor faria.
Como dirigente, seu trabalho no Valladolid (não sei escrever) é insignificante e no Cruzeiro foi digno de Andrés Sanches: encheu o time de jogadores medíocres, jogadores de empresários, refugos de outros times.
E o principal: a única possibilidade de SAF que um corintiano pode cogitar apoiar é com as cotas sendo distribuídas entre os torcedores que comprarem, que elegem um presidente, sem um dono majoritário.
