Felipe A
Augusto e Rubao pensaram que estavam à frente de um time árabe com abundância financeira. Por sorte, duas negociações fracassaram e trouxeram esses indivíduos de volta à realidade. Não é necessário gastar 990 milhões, pois estamos prevendo uma receita de 1 bilhão. Vamos manter os mesmos 700 milhões do ano passado, quitar dívidas, adquirir jovens promessas da copinha e investir no futuro. Pagaremos 500 milhões em 2 anos, ao invés dos 3 que Rosalah propôs, e seguimos em frente. Tudo dará certo, claro, se os patrocínios prometido pagarem em dia. Até o momento, a administração tem tido sorte, e os custos estão sendo reduzidos, embora não tenha sido essa a ideia inicial.
Excluindo Rosalah, os novos diretores têm sido considerados amadores. A torcida terá paciência neste primeiro mês, mas em breve poderá criticá-los severamente. Não é necessário ter um time milionário; basta reduzir significativamente a dívida, e já será um bom caminho.
