Sergio Camara
Não é difícil...
Primeiro: faça um time com custo baixo, aceite que não disputará nenhum título relevante por bastante tempo e, com isso, sane as dívidas...
A torcida do Corinthians aceitaria isso?
Depois diminua custo: entregue o PSJ como quitação do estádio...isso quita a dívida, voltamos a ter renda dos jogos e acaba politicagem do clube...
Deixe a eleição do presidente do time nas mãos dos sócios torcedores adimplentes, afinal somos um time de futebol sustentado pela torcida e pela TV...não pelos pouquíssimos associados do clube social.
Também moro na Bahia e essa história de produzir camisa é uma baita baboseira. Quanto ao sócio torcedor, tem pacote de R$100 (mais ou menos) em que o torcedor tem direito a entrar de graça em todos os jogos na Fonte Nova...como vai montar time que brigue por título assim?
em Bate-Papo da Torcida > Vale a pena aprender com a diretoria do Bahia?
Em resposta ao tópico:
Salve bando de loucos, como bom baiano que sou, estou acompanhando de perto a reconstrução do Bahia, e como eles transformaram o clube falido quase indo para série C em clube com enorme potencial e com superavit no ano de 2019, quase chegando a Libertadores de 2020, tudo isso com o poder do torcedor que é quem realmente tem que mandar no clube.
Andei pesquisando, vi a entrevista do atual presidente do Bahia, Guilherme Bellintani no Bolívia Talk Show e em outros canais de esporte. Percebi ali o quanto foi importante a percepção do caos que se instaurava no clube com as gestões antigas e o poder da torcida para tomar o clube de volta aos trilhos.
Acabei encontrando essa parte da 'formula' do sucesso numa reportagem do Rodrigo Mattos da UOL, e trago para vocês:
'A fórmula: primeiro, a redemocratização do clube que chegou com Fernando Schmidt. Segundo, a profissionalização e plano de recuperação financeira com Marcelo Santana até achegar a Bellintani para dar um salto de receitas. Não foi um processo livre de pedras, já que o clube ficou na Série B em parte desse período e houve o Profut para alinhar dívidas fiscais. E nem é um projeto concluso. Mas o clube baiano se arrumou aprendendo a saber o seu tamanho e até onde podia gastar, engajando sua torcida na recuperação financeira com Marcelo Santana até achegar a Bellintani para dar um salto de receitas. Não foi um processo livre de pedras, já que o clube ficou na Série B em parte desse período e houve o Profut para alinhar dívidas fiscais. E nem é um projeto concluso. Mas o clube baiano se arrumou aprendendo a saber o seu tamanhoe até onde podia gastar, engajando sua torcida na recuperação.'
Vale a pena conferir, absorver e aprender com ele ou existem outros caminhos para o Timão?
Forte abraço e fiquem em casa!
Para ler mais:
Entrevista para o Bolivia Talk Show:


