Fábio Carvalho
2017: Cássio, Fagner, Balbuena, Pablo, Arana; Gabriel, Maycon, Jadson, Rodriguinho, ROMERO; Jô.
2018: Cássio, Fagner, Balbuena, Henrique, Sidcley, Ralf; Maycon, Jadson, Rodriguinho, Romero, Vital.
2019: Cássio, Fagner, Henrique, Manoel, Avelar; Ralf, Urso, Jadson, Clayson, Love; Gustagol.
Nos dois primeiros tínhamos 7 jogadores em 11. (estou colocando a escalação de cada final, tá?)
Este ano está realmente diferente e um tanto piorado. Mas olha que coisa doida: Se você contar a função junto com a posição original, verá que justamente no ano em que Carille escala mais atacantes, é quando ele tem posicionado o time mais recuado. É nesta tecla que estou batendo tem um tempo. O elenco que ele tem não é o melhor pra fazer este jogo de ataque com passe longo/direto e contenção excessiva.
em Bate-Papo da Torcida > Jura que ele não serve?
Em citação ao post:
Torcedores devem achar que tão jogando vídeo game modo carreira, um ano você tá com um elenco e depois só vai reforçando.
O Carille está na sua terceira final e adivinha? Com três elencos diferentes mas com mesmo time
Não é fácil ter que todo ano formular a equipe, definir os padrões de táticas etc.
Problema é que a diretoria não consegue manter um elenco por dois três anos. A prova disso foi o próprio Carille que saiu ano passado e voltou, o único que deu certo no Corinthians, testamos Jair ventura, Loss, já testamos Osvaldo e Cristóvão cada um com sua filosofia e por incrível que pareça só o Carille tem um percentual incrível!
Deixa o homem trabalhar