Esdras Satiro
Pode até ser verdade tudo que você disse ai, mas não existe provas concretas sobre todos os fatos levantados, então, eu já penso que metade dessas coisas são frutos de uma imaginação aguçada. Ou seja é só falácia. Até acho interessante o seu ponto de vista, e de como as coisas se encaixam nos fatos de uma forma milimetricamente calculadas. Mas enfim, não dá para eu dar um like para um posição de achismo.
em Bate-Papo da Torcida > Alessandro, o ponto fora da curva
Em resposta ao tópico:
Exaltado por conta de uma campanha espetacular neste primeiro turno de Brasileirão, sequência de um Paulistinha vitorioso, o treinador Fábio Carille somente existe no atual contexto do Corinthians, além de sua evidente competência, pela lealdade e coragem do gerente de futebol Alessandro.
O ex-jogador é das poucas figuras, nos últimos anos, que teve audácia de se contrapor a Andrés Sanchez no Parque São Jorge, gerando desconforto no dirigente ao vetar algumas de suas “sugestões”, que já estariam apalavradas com terceiros.
Sua cabeça está à prêmio, desde então.
Por que não caiu?
Em erro estratégico, Andrés Sanchez, acreditando que, sem dinheiro, a equipe de futebol iria naufragar, retirou do departamento o então diretor Eduardo Ferreira, o “gaguinho”, no intuíto de preservá-lo politicamente, deixando o desafeto Alessandro para, segundo seus planos, sucumbir com o time.
Se deu mal.
O, a bem da verdade, inesperado sucesso do time fortaleceu Alessandro, que passou a ter ainda mais liberdade no setor, e, diferentemente doutros tempos, em que os dirigentes de futebol eram obrigados a dividir os louros com Sanchez, neste caso, o ex-presidente ficou de fora.
Roberto Andrade, que é pressionado, diariamente, a demitir o gerente de futebol, nele encontrou “porto seguro” para se contrapor ao deputado, que não encontra argumentos sólidos, e politicamente aceitáveis, diante do sucesso do desafeto, para levar à cabo seus desejos.
Encorpado no cargo, Alessandro passou a exercer alguma influência, também, entre os treinadores da base, que, mesmo, em alguns casos, sob sigilo (por conta da ligação dos diretores do departamento com o ex-presidente), repassam-lhe informações e indicações de jovens valores.
