Marcelo Sccp
O campeonato mais ganho da era dos pontos corridos foi perdido justamente pelo Grêmio, que disparou, mas foi ultrapassado pelo São Paulo.
O Timão tem que manter a pegada e acumular vitórias, com o intuito de aumentar esta vantagem manter e, se possível, ampliar esta vantagem de 8 pontos.
Nós temos dois campeonatos e eles três. Com uma diferença ampla dessa, eles tendem a focar Libertadores e Copa do Brasil, enquanto o Timão disputará os dois campeonatos do qual participa, Brasileirão e Sul Americana.
O Flamicão da mídia continua 12 pontos atrás. Depois de caírem na Libertadores, está diferença considerável no Brasileirão pode fazer os caras optarem por Copa do Brasil e Sul Americana.
Já o Santos, sendo eliminado pelo Flamico na Copa do Brasil, dos melhores classificados no Brasileirão, é aquele que tende a dar mais foco no campeonato. O Timão está 12 pontos à frente, algo muito bom.
Resumindo, temos Avaí e Flor fora, Flamengo em casa. Se, após estas três partidas, mantivermos ou, até mesmo, ampliarmos nossa vantagem, daremos um passo monstruoso para o título. Isto, pois virão os mata-matas Copa do Brasil e Libertadores.
em Bate-Papo da Torcida > A Magia da classificação
Em resposta ao tópico:
Me veio um pensamento hoje, após lembrar do empate do Timão contra o Atlético Paranaense. Estávamos com onze de diferença sobre o segundo colocado, poderíamos perfeitamente continuar com esses onze pontos senão fosse a surpresa de ter permitido o empate quase ao final do jogo.
Não posso afirmar, muito menos escrever com certeza, mas porque um time quando distancia-se na classificação por méritos próprios, de um momento para outro, parece tirar o pé do acelerador e a distância vem a diminuir em relação a outros concorrentes?
Porque o time está jogando espantosamente bem e no andamento do jogo parece reduzir o ímpeto e permitir reação imediata do adversário?
Não escrevo isso somente por causa do empate no sábado passado, mas em outras temporadas já aconteceu esse fenômeno, 'fenômeno'?
Lembro que em uma temporada, o Cruzeiro disparou na frente, em certo momento deu uma relaxada e os adversários avançaram, ameaçando a liderança do clube de Minas. Outra temporada foi o Internacional, outra foi o Grêmio, e assim por diante.
O que faz um time relaxar mesmo sendo treinado exaustivamente bem por uma equipe técnica que foi uma revelação e hoje é uma realidade em matéria de competência?
Temos certeza que não partiu do Carille nenhuma ordem para o Corinthians afrouxar na marcação, errar passes demasiadamente ou deixar de chutar contra gol como aconteceu em outras partidas.
Quero que nessa postagem a fiel não entenda isso como crítica, mas como um alerta para quem quer ser campeão novamente, não permitir distração, muito menos corpo mole. Sabemos, não é o que está acontecendo, mas fica um alerta para que isso não aconteça, se de fato pretendemos ser campeões novamente.
Vai Corinthians, faça sua parte em campo que a Fiel fará a sua nas arquibancadas.
