Paulo Hubert
O que ganhamos é óbvio. Qualidade no último passe, inteligência na armação, bolas paradas perigosas.
Mas perdemos força defensiva. O Jadson de 2015 recompunha bem, tinha preparo físico pra ir e voltar.
Este ano, por enquanto, não tem o mesmo vigor. Com isso, nosso lado direito tem ficado desprotegido. Até porque o Rodriguinho, que joga ao lado do Jadson no 4-1-4-1, também não tem a marcação como ponto forte. Resultado: lateral direito sobrecarregado, exigindo que muitas vezes um zagueiro saia da área pra fazer a cobertura, ou então a jogada de linha de fundo fica mais fácil, exigindo atenção na bola aérea e no rebote.
Por isso, pra mim, em jogos difíceis teríamos que abrir mão de um dos dois. Ou joga Jadson, ou Rodriguinho. Pra completar a linha de 4, pode entrar o Jabá aberto, ou Felipe Bastos, Giovanni Augusto, Marlone, Camacho ou Marciel.
Com Jadson e Rodriguinho, temos que adiantar o time e marcar na frente, pra diminuir o espaço entre ataque e defesa.
O que acham?
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