Guilherme Albuquerque
O barcelona faz isso que você propôs, só que no caso deles, fazendo isso eles conseguem fazer mais de 3 gols por jogo quase sempre devido a alta qualidade técnica. O foda desse esquema é a bola nas costas do lateral em contra-ataques. Daí se os jogadores da frente não fizerem os gols, a chance de perder o jogo aumenta.
Outra coisa, nessa estratégia o futebol do Guilherme nunca vai aparecer, porque ele teria que trabalhar como um iniesta, na distribuição de jogo. Ele nunca fez isso na carreira dele, o futebol dele aparece mais quando ele está próximo do gol. Quando ele joga mais recuado o futebol dele some.
em Análise dos jogos > O que falta ao Corinthians
Em resposta ao tópico:
Antes de tudo, queria deixar bem claro que não sou um analista profissional de esquemas táticos e nem me sinto um. Sou apenas um torcedor Corinthiano buscando melhorias para o time.
Observo, desde o início da temporada, que os times adversários estão marcando sob pressão. E o pior de tudo: não sabemos lidar.
Assim, a bola é rifada, ou tocada aos meias abertos (Lucca e Giovanni Augusto) para fazer a parede, quase sempre perdemos a posse.
Foi aí que comecei a observar alguns jogos europeus, e pesquisar sobre na internet. Cheguei à 'superioridade numérica'.
Com a bola, e sem, jogamos no já tradicional 4-1-4-1. Geralmente, quado não somos pressionados, a bola é distribuída ao Bruno Henrique ou Guilherme. Elias participa, porém menos.
Enfim, nação, gostaria de ver um dia o Corinthians atuando assim. Seria uma boa resposta a pressão adversária. É muito comum ver esse tipo de tática sendo usado nos grandes europeus.
Obs: esse seria meu time titular. Fico em duvida apenas entre Arana e Uendel.
Abraços!
