Luis Fehr
Diversas são as opiniões acerca da da facilidade ou, para outros, maior dificuldade em jogar o esporte bretão na época de ouro dos grandes craques do passado.
Essa mesma opinião divide adeptos do esporte automobilístico. Assistindo a F1 hoje, verifica-se que o carro faz 80% adequado com as tecnologias, e, ao meu ver, os pilotos contribuem com percentual de 20 a 30% do sucesso.
Será que Senna, Prost, Mansell, Piquet, Berger, Shumi no início - que eram pilotos cuja capacidade era inversamente proporcional ao dito acima, se sairíam bem? Vejam: na época deles o piloto era praticamente 90% responsável pelo sucesso - era no braço mesmo, com câmbio quebrado, com carros inferiores etc.
Assim, me parece que cai por terra aq ideia de comparar grandes craques do passado com a geração Nutela atual, inclusive Messi e CR7 - os grandes craques do passado não tinham todo um aparato nutricional, educador físico, tecnológico para lesões, bolas pesadíssimas, campos de várzea entre outros - e, eram simplesmente gênios.
Imaginem um Pelé, um Euzébio, um Cruiffy, um Maradona cercado com os cuidados e aparetos disponíveis hodiernamente.
Enfim, na minha opinião estes eram incoparavelmente melhores e até os de segunda prateleira (Zico, Riva, Sócrates, Careca, Gerson, Tostão etc) dissicm hoje posição com os craques de primeira prateleira no futebol mundial.
Minha opinião - espero divergências, mas sem ofensas, ok?



