Thi Dantas
A ideia pode ser essa cara, mas estar defasado é o menor do problema, até pq as dívidas correntes também têm juros. Depende dos pormenores.
O problema mesmo é o modelo. Na analogia dos diamantes, você tem dois modelos de negócio: um é a empresa chegar com uma puta grana e 'antecipar' seu faturamento pela extração, outro é a empresa chegar com o know-how e te tornar parceiro.
O problema é que a GSP não tem nenhum dos dois haha não vão oferecer essa bolada toda de primeira nem tem essa credibilidade toda no mercado, para dar segurança de que vão saber explorar a marca.
em Bate-Papo da Torcida > A verdade oculta da GSP Holding
Em citação ao post:
Agora tem que ver o seguinte. Vou dar um exemplo bem simples : digamos que você descubra uma mina de diamantes no quintal de sua casa no interior da Bahia, mas você não sabe fazer prospecção e muito menos a captação desses diamantes. Também não sabe para quem vender e como vender por um valor lucrativo.
Aí aparece uma empresa e lhe oferece uma casa no litoral, 3 carros na garagem, e 500 mil na conta. Seria um negócio das arábias, para quem morava até pouco tempo numa casa mal construída. Mas aí, essa mineradora lucra 100 vezes mais o que ela lhe pagou.
Apliquemos este exemplo no Corinthians. Temos uma mina de diamantes mas não sabemos prospectar e captar recursos. Alguém nos pagará para fazer o que nós deveríamos estar fazendo, e com isso, recuperarão o aporte feito ao Corinthians e a Mais-valia, ou seja, a diferença de quanto nós recebemos de receita e o quanto nós produzimos e que ficará para a 'gestora' dos recursos.
A questão é essa. Em um contrato de 10 anos, provavelmente esse valor de 1bi já estará defasado, e restará a nós, observar os caras ganharem dinheiro explorando a marca Corinthians, tudo porque eles farão o que nós deveríamos fazer.