Daniel Fernandes
O clube tá praticamente insolvente, cheio de adiantamentos de verbas que não estarão disponíveis no futuro, não conseguindo honrar acordos (pegando empréstimo para pagar salário, sem honrar prêmioscom feminino e masculino), cheio de processos pesados que estão próximos de serem executados, vendendo almoço para pagar a janta...
Desde quando 2.5 BILHÕES virou dívida pagável, para quem não consegue pagar salários?
Esquecem que no parque São Jorge ninguém é confiável!
Mesmo que tenha 1 único, os conselheiros, os vitalícios, não deixaram o cara em paz, se não fizer o que eles quiserem...
Cada um vive da narrativa que quer! Recomendo ler Alice no país das maravilhas. Tem bastante fantasia também!
em Bate-Papo da Torcida > Aos que dizem que o Corinthians faliu
Em resposta ao tópico:
Claramente dívida do Corinthians não é impagável, e consequentemente, o clube não faliu.
Chego a essa conclusão de forma simples. Vamos supor que ela esteja em quase 3 bilhões, até onde sabemos o Corinthians arrecada cerca de 1 bilhão por ano.
Fazendo uma analogia com a vida comum (conta de padeiro, sem considerar taxas e juros), é como se uma pessoa que ganha 1 milhão por ano comprasse um apartamento de 3 milhões, parcelado em 10 anos. Essa dívida seria impagável? Obviamente não. O parcelamento faria parte da rotina dela por 120 meses, mas seria plenamente administrável, pois representaria uma parte da renda, mas não a ponto de impossibilitar o pagamento dos outros custos de vida e ainda investir ou fazer reservas. Bastaria administrar os recursos de forma que fosse possível pagar a dívida sem comprometer os demais compromissos.
O problema é que, atualmente, o Corinthians, em vez de equacionar a dívida, só a aumenta. É como se essa pessoa do exemplo, depois de comprar o apartamento, adquirisse também um Porsche de 1 milhão para usar nos fins de semana, uma Land Rover Velar de 700 mil para o dia a dia, saísse para jantar todos os dias no Fasano e continuasse gastando sem controle, ou seja, além de aumentar a dívida, ainda cria mais custos recorrentes que elevam o custo de vida. E isso torna complicado administrar as finanças.
Em melhores palavras, a dívida só se torna impagável quando não é paga e ainda cresce. No momento em que alguém, minimamente sério assumir o clube, focar em profissionalizar a gestão, com um período de austeridade, montando elencos focados em custo e benefício, principalmente direcionando recursos para equacionar as dívidas, em poucos anos o clube conseguirá voltar a ter condições de investir e estar na elite novamente.
A questão é: a torcida aceitaria ficar de 5 a 10 anos sem contratar jogadores caros para que as contas fossem colocadas em dia?
