+1 Bando
Que bom que está vivo na memória. É o que importa!
Essa é a minha história:
em Bate-Papo da Torcida > Memória infinita
Em resposta ao tópico:
Minha maior (E melhor) memória foi com meu pai, perdi ele aos 8 anos, ele era caminhoneiro, então vivia muito na estrada e pouco em casa, mas o amor era imenso pela família, o refúgio dele era voltar pra casa e passar tempo conosco, e a grande diversão eram aos domingos, F1 e futebol, meu pai santista de nascimento e de torcida só teve uma decepção nessa vida rsrs, quando viu a filha dele seguir um caminho diferente do dele, nasci corinthiana! Era muito divertido ver ele bravo comigo e sem entender de onde eu tirei esse amor pelo Corinthians, sou de uma cidade vizinha de Santos, meus colegas na escola escalaram somente os santistas pra brincadeira e eu preferia ficar de canto ao trocar meu amor pelo Corinthians por aceitação, bem, papai não entendeu mas uma hora aceitou e essas lembranças ficaram na memória infinita de um homem honrado e trabalhador que eu tive o privilégio de chamar de pai, hoje quase 30 anos que ele se foi e eu ainda carrego a lembrança dos dias de jogos onde a gente brincava e se provocava e acima de tudo curtia cada momento juntinhos que tivemos, poucas lembranças tenho da minha infância, mas essa não desaparece jamais!

