Rodrigo Santos
Antes que os fiscais de assunto venham “Ain, o que tem a ver com o Corinthians”, até Off coloquei.
O cara era considerado até mesmo o maior ídolo da história por alguns, talvez atrás de Cássio e Marcelinho para outros, unanimidade por um clube, aclamado quando pisava na arena. Quando precisamos dele, recusou pra ir para o time que mais mói técnico no Brasil por ter mais peças boas, vamos ser sinceros que ele ganharia 1 milha no Corinthians também e se duvidar um contrato até mais longo.
Tite teria tempo e uma gestão nova pra trabalhar com ele e colocar o Corinthians no eixo. Fora que ele sempre soube extrair o máximo de jogadores no estilo dele, reativo/reagindo ao outro time, mordendo na frente, se defendendo muito, algo que poderia fazer no Corinthians e não no Flamengo, já que a torcida com QI de um cachorro pug pensa que eles são o carrossel holandês. E sinceramente, acho que ele teria dado certo naquele momento que o Mano veio. Montar elenco não é o forte, e um trabalho com o Soldado que veio posteriormente acho que casaria bem e não estaríamos na pindaíba por causa do Tonhão e seu aproveitamento pífio. Ainda acho ele acima da média se fizer o que sabe fazer, inclusive MUITO acima do Dorival. Claro, minha humilde opinião.
Mas aí o cara foi para o Flamengo, sabe se lá pensando que teria alguma vitrine a mais pra ir pra Europa ou coisa do tipo e conseguiu estragar a figura de entidade que ele tinha no Corinthians, se queimar lá e mais ainda para o resto do futebol brasileiro. Gestão de carreira pior que a do Neymar.
Dito tudo isso, no atual momento, estou totalmente fechado com Ramón e sou contra o retorno do Tite em quaisquer circunstâncias nos próximos tempos. Espero que o Corinthians se salve e o Dón Ramón permaneça por muitos anos.

