André Oliveira
Dia 15 de maio de 2013. Este poderia ser um dia amargo para mais de 30 milhões de corintianos. Chegamos para uma partida de futebol com status, glórias recentes, força e foco. Mas não chegamos com a soberba tão característica de alguns e, ainda assim, após 90 minutos o resultado era a QUASE impossível desclassificação. Apito final e... E mais uma vez um “mero” time de futebol transcendeu a si mesmo. Já não víamos 11 jogadores em trajes alvi-negros e uma platéia, mas algo que eleva a alma em raros momentos.
Coisa de Corinthians, mano!
Uma manifestação cultural/religiosa/social. Uma festa para os sentidos. Ouvir, ver e tocar no nosso manto e dizer “Aqui é Corinthians e eu NUNCA vou te abandonar”. As merecidas palmas, de pé, como num grande teatro após um espetáculo único. E tem sido assim desde sempre.
Quando o Corinthians ganha, ele cresce. Se perde... AGIGANTA-SE! Isso causa preocupação aos adversários (que nos tem como inimigos. Coisa pequena...) e com MEDO dessa força que está para além do futebol desenvolveram a receita certa para nos derrotar.
O que deu errado? Deu que neste dia mudaram as regras do futebol. Um dos times entrou em campo com 14 integrantes. Havia ali três homens de preto que decidiram “decidir”. E nos derrotaram? Pois como é engraçado esse time de periferia que abraça aos seus fiéis independente de sua cor, condição social e filosofia de vida. Além de não nos derrotarem derrotaram a si mesmos. Quem perdeu alguma coisa na noite de 15 de maio de 2013 foi o futebol, o esporte, o “agir correto”, mas não o Corinthians e nem seus seguidores. Mais uma vez mostramos com nossos gritos no estádio, com nossos rojões nas ruas e nossa louca e abençoada paixão que não vivemos de títulos. Vivemos de Corinthians!
Vão-se os títulos... Ficam os fiéis!
#VAI CORINTHIANS!
em Bate-Papo da Torcida > Descobriram a receita para derrotar o Corinthians!








