Maltkvski Pietrovski
A sorologia de sêmen poderia ajudar a identificar a presença de sêmen em uma amostra, mas não é capaz de atestar a quem pertence ou ligá-lo ao DNA de um indivíduo. A sorologia se baseia na detecção de proteínas específicas presentes no sêmen, como o antígeno prostático específico (PSA) e a fosfatasse ácida prostática (PAP). Essas proteínas são encontradas no sêmen de todos os homens e podem ser detectadas por testes específicos. No entanto, a sorologia não é uma técnica de identificação de DNA e não pode ser usada para vincular o sêmen a um indivíduo específico. Para isso, é necessário realizar um teste de DNA de amostras biológicas, como sêmen ou sangue, e compará-las com o DNA de um suspeito ou de um banco de dados de DNA. Hoje seria possível linkar as coisas mas na época não era usado, no jornal diz que encontraram sêmen na garota e já decidiram atestar a quem pertencia isso seria impossível para a época.
em Bate-Papo da Torcida > Análise de um Cientista Forense sobre o caso Cuca
Em citação ao post:
Excelente tópico amigo, vale ressaltar que a técnica usada para a constatação do caso foi a SOROLOGIA essa incapaz de atestar a quem pertence o vestígio somente sendo valido a existência ou não do sêmen. Importante fato e que a suíça só permitiu uso de DNA como provas para tais crimes em 1997 através da Lei Federal Suíça de Perícia Criminal. E a primeira condenação na Suíça com base em testes de DNA ocorreu em 1998.




