Hiago Silva
Onde você encontrou a informação de qual foi o teste específico realizado na menina? Eu peguei a matéria do jornal (-----) e só citam a perícia sem referenciar a técnica.
Se você conseguisse me passar, acho que consigo entender mais dos pormenores da análise
O ponto do artigo foi citar que já existiam metodologias na época capazes de avaliar os STR (Short Tandem Repeats) e linkar a uma pessoa através do banco de dados (aonde entraria a questão da sorologia, ao meu ver), e por esta técnica, seria muito mais assertivo detectar quem é a pessoa, conforme o primeiro artigo que coloquei no post.
em Bate-Papo da Torcida > Análise de um Cientista Forense sobre o caso Cuca
Em citação ao post:
A sorologia de sêmen poderia ajudar a identificar a presença de sêmen em uma amostra, mas não é capaz de atestar a quem pertence ou ligá-lo ao DNA de um indivíduo. A sorologia se baseia na detecção de proteínas específicas presentes no sêmen, como o antígeno prostático específico (PSA) e a fosfatasse ácida prostática (PAP). Essas proteínas são encontradas no sêmen de todos os homens e podem ser detectadas por testes específicos. No entanto, a sorologia não é uma técnica de identificação de DNA e não pode ser usada para vincular o sêmen a um indivíduo específico. Para isso, é necessário realizar um teste de DNA de amostras biológicas, como sêmen ou sangue, e compará-las com o DNA de um suspeito ou de um banco de dados de DNA. Hoje seria possível linkar as coisas mas na época não era usado, no jornal diz que encontraram sêmen na garota e já decidiram atestar a quem pertencia isso seria impossível para a época.