Mooloco Mauricio
Mayara o momento para isso foi muito inoportuno, o cara treinou vários times depois disso, nunca tiverem algo parecido como agora.
O crime prescreveu (não vai mudar nada ); tem meninas sendo estupradas diariamente, várias, nas boleias de caminhão, nos ianomamis, nos bailes funk, assedio no metro direto e etc.
Pegar este caso de 40 anos e julgá-lo agora, como hoje, totalmente fora de propósito.
Porque não lutam nas causas que citei acima e, assim, ao invés de salvar uma menina salvaria várias? Não seria mais lógico e proveitoso essa lacração.
Outra coisa, utilizaram o time feminino, O Corinthians abriu as portas para elas, fez aumentar a importância do futebol feminino e elas vem com essa facada nas costas, pegou mal isso, prejudicando a instituição que lhes garante o pão de cada dia.
Cada um tem sua opinião, e também não sou a favor do estupro não; mas fazer isto tudo neste caso, a meu ver foi tamanha imbecilidade.
Será que se o Dorival viesse para o Corinthians e o Cuca fosse para o São Paulo haveria o mesmo tratamento?
em Bate-Papo da Torcida > Mea culpa, o Cuca está mentindo mesmo
Em citação ao post:
Ele é PARTE do problema.
O problema em si, é a cultura do estupro. Ele fez/faz parte dela DIRETAMENTE.
Acho que é pior porque ele não cumpriu pena e basicamente, conseguiu ter uma carreira de sucesso MESMO com esse crime como um fato notório, com repercussão e cobertura midiática.
Isso só mostra que os tempos estão mudando e a nossa tolerância e em certas partes, ignorância, está diminuindo.
Ele já ganhou dinheiro suficiente, para não precisar se colocar nessa posição novamente.
Em partes porque sempre era algo muito limitado e levantado apenas por mulheres jornalistas e torcedoras.
Apenas agora, no Corinthians, ele conseguiu ter uma real noção do que é estar sob os holofotes, de forma negativa, por esse crime.
Possivelmente e apenas depois de 33 anos, consigo vislumbrar e ter esperança que ele vai preferir viver a vida dele, com todo o dinheiro que ele já conquistou, do que continuar aceitando convites de clubes e na mídia, com o nome dele constantemente associado ao crime.
Precisou uma torcida inteira se unir - homens e mulheres - contra ele, para que ele sentisse minimamente, algum tipo de constrangimento em estar numa posição de destaque.
Enquanto só as mulheres reclamavam, ninguém ligava muito e a pressão era ridiculamente menor e acabava depois de 15 dias.