Deixe seu comentário
Melhores respostas
@marlon.ferreira7 em 08/09/2025 às 21:50
E a Arena algum dia foi paga? Que eu saiba não, e olha que rendeu quase 1 bilhão desde a sua construção
@kaka-bauru em 09/09/2025 às 00:53
Apareceu a proposta da Roma pelo Yuri e não venderam, tem os transfer bans batendo na porta.
Essa diretoria não sabe o que faz. Agoraa solução é dar calote na Caixa e ai aumenta mais ainda os juros.
Publicidade
Últimas respostas
@marcio.dos.santos.sa em 09/09/2025 às 12:12
Esse e um ladrão
@gus.ortiz em 09/09/2025 às 05:43
Bizarro
@jorge.abreu.dos.sant em 09/09/2025 às 04:28
Têm que envadir e espusar todas ratazanas
Publicidade
@bruno.salvino.de.sou em 09/09/2025 às 00:40
Em quanto isso no Palácio da justiça Mais do mesmo. Tem que entrar Um gestor ou Uma gestora pra fazer acontecer, somos potência põe aí de 2012 pra cá quem conseguiu fazer o que só nos conseguimos, Lamentável o que estão fazendo com a instituição Corinthians. Um clube criado por operários sendo usurpado por qualquer um. São Jorge Salve o Corinthians Saravá
Dai você ve a mentalidade desses caras.. Olha a gente que esta tomando conta do clube pqp
@thegabrianjo em 09/09/2025 às 00:07
Parar de pagar e, consequentemente, aumentar mais ainda os juros. Ele não está satisfeito com o buraco no qual o Corinthians foi jogado, pelo visto, quer que o buraco não tenha fundo.
@antonio-candida em 08/09/2025 às 23:57
Moratória não é calote: é estratégia
Quando um dirigente propõe uma moratória, não está sugerindo um calote, mas sim um instrumento estratégico comum no mundo empresarial e até governamental. Moratória significa adiar temporariamente o pagamento de dívidas, criando espaço para reorganizar prioridades e fortalecer áreas vitais da instituição.
No caso de um clube de futebol, isso pode significar investir em:
Contratação de jogadores e estrelas, que aumentam bilheteria, marketing e atraem novos patrocínios.
Descoberta e formação de jovens prodígios, que podem render retorno milionário em futuras transferências.
Estruturação organizacional, tornando o clube mais competitivo dentro e fora de campo
O próprio Brasil já viveu algo semelhante. Durante o governo de Juscelino Kubitschek, o país entrou em moratória com o FMI. Em vez de ser um fracasso, essa decisão permitiu o direcionamento de recursos para projetos estruturantes: a construção de Brasília, a expansão rodoviária e a instalação de grandes montadoras de automóveis.
O resultado foi um crescimento econômico sem precedentes? Um marco até hoje lembrado como símbolo de ousadia e visão de futuro.
Aplicando a analogia: se o Corinthians interrompe temporariamente o pagamento de parte de suas dívidas, não é porque ignora suas obrigações, mas porque deseja ganhar fôlego para investir no crescimento.
Essa estratégia bem calculada pode trazer resultados como:
Elevação do valor da marca.
Maior poder de barganha em patrocínios.
Recuperação de protagonismo esportivo.
Retorno financeiro maior no médio prazo.
Portanto, a proposta deve ser entendida não como falta de compromisso, mas como gestão de prioridades. Trata-se de direcionar investimentos para gerar receita futura e, assim, pagar dívidas com mais solidez e estabilidade. Quando voltar a cumprir suas obrigações, o clube estará mais forte.