OIMPERADORDACRIAÇÃO CONSTANTINO
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Posts e comentários do OIMPERADORDACRIAÇÃO
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OIMPERADORDACRIAÇÃO comentou na página: "Julio Cesar, ex-jogador do Corinthians"
há 7 meses
detalhes do comentárioCara, falando do Júlio César, é importante deixar bem claro: no Brasileirão de 2011, ele jogou muito, realmente não tem o que se criticar nele naquele campeonato. Ele foi extremamente consistente, seguro, confiável, um verdadeiro pilar da defesa campeã. Os erros dele eram raríssimos? Tipo um por ano, mais ou menos? E quando aconteciam, infelizmente, aconteciam em momentos decisivos, como finais ou jogos muito importantes. Mas mesmo nesses casos, ele assumia a responsabilidade, nunca dava desculpas, o que mostra postura e caráter.
Hoje, muita gente prefere não comentar muito para não se contaminar com ódio e negatividade que circula na internet. Mas, olhando de forma justa, Júlio César tinha potencial de goleiro de altíssimo nível. Se ele tivesse uns 10 centímetros a mais, seria ainda mais confiante e dominante. Com 1,84 m, ele era alto para o padrão brasileiro, mas ainda considerado um pouco baixo para um goleiro profissional, principalmente na época, quando muitos times já buscavam goleiros com mais de 1,90 m.
Comparando com o Cássio: a diferença é que, no auge, o alto nível técnico do Cássio pode ser maior que o de Júlio César, com defesas milagrosas e momentos decisivos. Mas Júlio César se destacava pela consistência e postura, enquanto o Cássio teve fases em que errava com frequência e nem sempre assumia os erros. Ou seja, Júlio César jogou com regularidade quase absoluta, e o que ficou marcado foram poucos momentos de azar.
No fim das contas, no Brasileirão 2011, Júlio César foi impecável, e qualquer avaliação justa precisa reconhecer isso. -
OIMPERADORDACRIAÇÃO postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Atenção corintianos"
há 8 meses
detalhes do postAjude um artista 🎨
Corintiano:
pix: 43988712574 -
OIMPERADORDACRIAÇÃO postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Meu poema: Alma Corintiana"
há 11 meses
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Alma Corintiana
(W.B. Queiroz)
Nasci com a raça na veia,
No peito, um grito guardado,
O Timão é mais que bandeira,
É um amor eternizado.
Na quebrada, no asfalto,
Na favela, ou mansão.
Corinthians é fé que não falha,
É religião no coração.
Se o jogo é na chuva ou no sol,
Se é final ou começo de mês,
O corintiano não teme, não some,
Vai na alma, na raça, de vez.
É choro, é sorriso, é saudade,
É a luta que nunca termina,
É o povo mostrando coragem,
O Corinthians é mais que um time: é sina.
E quando o bando se junta e canta,
O estádio inteiro estremece,
É a Fiel que não abandona,
É o Corinthians que nunca esquece.
Porque aqui não se explica, se sente,
É paixão, é sangue quente, é chão,
É viver pelo clube e pelo povo,
É Corinthians no peito e na mão.
Não existe diferenças na arena onde no peito existe a mesma paixão e no grito de gol a mesma emoção.
Se essa poesia bateu forte no seu peito, assim como o Corinthians bate no coração da Fiel, e você quiser dar aquela força pra um artista corintiano seguir escrevendo versos e projetos pra eternizar o nome do Timão, toda ajuda é bem-vinda.
📲 Chave pix: 43988712574
Agradeço de coração a quem puder contribuir. Que a bênção de Deus e a raça corintiana estejam sempre com você. Vai, Corinthians! ⚫⚪ -
OIMPERADORDACRIAÇÃO postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Análise retro Corinthians vs Fluminense 2017"
há 1 ano
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🏟️ Contexto da Partida
Data: 15 de novembro de 2017
Local: Arena Corinthians (São Paulo)
Rodada: 35ª do Campeonato Brasileiro
Público: 45.775 torcedores
Situação: O Corinthians precisava de uma vitória para garantir o título com três rodadas de antecedência.
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⚽ Desenvolvimento do Jogo
1º Tempo
Início Surpreendente: Logo aos 2 minutos, o Fluminense abriu o placar com um gol de cabeça do zagueiro Henrique, após cobrança de escanteio de Marcos Júnior.
Reação do Corinthians: O Timão tentou responder, mas esbarrou na forte marcação do Fluminense, que se fechou e buscava contra-ataques com Gustavo Scarpa e Henrique Dourado.
2º Tempo
Virada Relâmpago: Aos 46 minutos, Jô empatou de cabeça após escanteio cobrado por Clayson. Dois minutos depois, aos 48, o atacante virou o jogo aproveitando cruzamento de Clayson.
Gol da Consagração: Aos 84 minutos, Jadson, que entrou no segundo tempo, marcou o terceiro gol, selando a vitória e o título.
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🔍 Análise Tática
Corinthians: O técnico Fábio Carille manteve o esquema 4-2-3-1, com destaque para a consistência defensiva e transições rápidas. A entrada de Jadson no segundo tempo deu mais criatividade ao meio-campo.
Fluminense: Abel Braga optou por um 4-5-1, buscando compactação no meio e saídas rápidas. Após o empate, a equipe carioca perdeu organização e não conseguiu conter a pressão corintiana.
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🌟 Destaques Individuais
Jô: Autor de dois gols na partida, tornou-se artilheiro isolado do campeonato com 18 gols e foi eleito o craque do Brasileirão 2017.
Clayson: Participativo, deu assistências para os dois primeiros gols, sendo fundamental na virada.
Gabriel: Atuou como primeiro volante, garantindo equilíbrio defensivo e auxiliando na saída de bola.
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🏆 Conquista do Heptacampeonato
Com a vitória, o Corinthians alcançou 71 pontos, tornando-se inalcançável pelos adversários e garantindo o sétimo título brasileiro de sua história. -
OIMPERADORDACRIAÇÃO postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "A trajetória do técnico Fábio Carille no Corinthians"
há 1 ano
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A História de Fábio Carille no Corinthians até Agora
Fábio Carille iniciou sua trajetória no Corinthians em 2008, indicado por Mano Menezes para integrar a comissão técnica como auxiliar técnico. Durante essa primeira fase, que se estendeu até 2016, Carille trabalhou ao lado de grandes nomes como Mano Menezes, Adílson Batista, Tite e Cristóvão Borges, adquirindo vasta experiência e contribuindo para uma série de conquistas importantes do clube.
Como auxiliar técnico, Carille fez parte das equipes campeãs do Campeonato Paulista nos anos de 2009 e 2013, da Copa do Brasil em 2009, do Campeonato Brasileiro em 2011 e 2015, da histórica conquista da Copa Libertadores da América em 2012, do Mundial de Clubes da FIFA também em 2012, além da Recopa Sul-Americana em 2013. Essa fase foi fundamental para o seu desenvolvimento e reconhecimento dentro do clube.
Em dezembro de 2016, Carille foi efetivado como técnico principal do Corinthians, assumindo o comando da equipe após a saída de Cristóvão Borges. Na sua primeira passagem como treinador, que durou até maio de 2018, conquistou dois títulos do Campeonato Paulista (2017 e 2018) e o Campeonato Brasileiro de 2017, reforçando seu status como um dos técnicos de maior sucesso da história recente do clube.
Durante esse período, Carille dirigiu o time em 104 partidas, conquistando 55 vitórias, 30 empates e 19 derrotas, o que representa um aproveitamento de 61,1%. Sua saída ocorreu após uma derrota por 2 a 1 para o Al-Ettifaq, na Arábia Saudita, onde havia aceitado um convite para trabalhar.
No final de 2018, Carille retornou ao Corinthians para sua segunda passagem como técnico, permanecendo durante o ano de 2019. Nessa fase, conquistou mais um Campeonato Paulista, em 2019, e comandou a equipe em 69 jogos, com 27 vitórias, 25 empates e 17 derrotas. A passagem terminou em novembro de 2019, após uma derrota por 4 a 1 para o Flamengo, que resultou em sua demissão.
No total, Fábio Carille soma 183 jogos à frente do Corinthians, com 86 vitórias, 56 empates, 41 derrotas e um aproveitamento geral de 57,6%. Sua trajetória é marcada por títulos, consistência e pela forte identificação com a torcida alvinegra.
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OIMPERADORDACRIAÇÃO postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Série corintianos de respeito: Dr Osmar de Oliveira"
há 1 ano
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Série Corintianos de Respeito: Dr. Osmar de Oliveira
Poucos nomes são tão respeitados na história recente do Corinthians quanto o do médico, jornalista e comentarista esportivo Dr. Osmar de Oliveira. Um verdadeiro apaixonado pelo Timão, Osmar não era apenas mais um torcedor — ele era símbolo de amor, entrega e dedicação ao clube, além de uma das vozes mais reconhecíveis e queridas do jornalismo esportivo brasileiro.
Nascido em São Paulo, no dia 4 de outubro de 1949, Osmar de Oliveira formou-se em medicina, especializando-se em ortopedia. Contudo, sua paixão pelo esporte e sua habilidade com as palavras o levaram também ao jornalismo, área em que se destacou por décadas. Osmar foi médico da seleção brasileira de basquete, mas foi no futebol e, sobretudo, nos comentários esportivos na televisão e no rádio que ele conquistou o coração dos brasileiros.
Sempre direto, sincero e sem medo de expor sua opinião, Osmar trabalhou em veículos como TV Globo, Band e Record, além de colunas em jornais e transmissões de rádio. E, em cada oportunidade, fazia questão de declarar sua paixão pelo Corinthians, clube que acompanhou, defendeu e amou incondicionalmente.
Em 2014, aos 65 anos, Dr. Osmar sofreu um infarto e, infelizmente, não resistiu a uma cirurgia cardíaca. Seu falecimento causou comoção entre colegas de profissão, jogadores, torcedores e personalidades esportivas de todo o país. O Corinthians decretou luto oficial, e torcedores prestaram diversas homenagens nas redes sociais e nas arquibancadas.
Seu sepultamento aconteceu no dia 12 de julho de 2014, no Cemitério do Morumbi, na capital paulista. Amigos, familiares, jornalistas e torcedores do Corinthians compareceram para prestar as últimas homenagens a esse símbolo corinthiano. O caixão foi coberto com a bandeira do Timão, como ele merecia, e o canto da torcida ecoou no ambiente: “Salve o Corinthians, o campeão dos campeões…”
Osmar de Oliveira deixou não só saudade, mas um legado de profissionalismo, ética e paixão pelo esporte e pelo Corinthians. Até hoje, seu nome é lembrado com carinho nas transmissões esportivas e pelos torcedores alvinegros, como um dos maiores corinthianos de respeito que esse clube já conheceu.
Dr. Osmar de Oliveira — eterno corinthiano, eterno respeito. -
OIMPERADORDACRIAÇÃO comentou na notícia: "Corinthians vence o Santos com nova 'lei do ex' de Yuri Alberto e se recupera no Brasileirão"
há 1 ano
detalhes do comentárioYuri Alberto mostrou honra e nobreza, não se rebaixou ao nível daqueles que os desrespeitaram mesmo agora nesse ano sendo carrasco deles.
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OIMPERADORDACRIAÇÃO postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Os Guerreiros da Raça Corintiana"
há 1 ano
detalhes do postOs Guerreiros da Raça Corintiana
Na gloriosa história do Sport Club Corinthians Paulista, alguns nomes não brilham apenas pelos títulos ou pelos gols decisivos, mas pelo que representaram dentro de campo: raça, entrega e amor incondicional pelo manto alvinegro. Esses guerreiros, em cada dividida, em cada carrinho, em cada gota de suor derramada no gramado, construíram a identidade de um clube que se orgulha de ser o 'time do povo'.
Idário, conhecido como o “Deus da Raça”, eternizou-se na história ao jogar com o coração e sem medo. Não havia lesão, adversário ou obstáculo que fizesse Idário recuar. Um verdadeiro símbolo de fidelidade, chegou a assinar contrato sem se preocupar com o salário — porque vestir a camisa do Corinthians era seu maior prêmio.
Wladimir, dono da impressionante marca de 806 jogos pelo clube, foi mais do que um lateral-esquerdo confiável. Foi a personificação da regularidade, da superação e da coragem, sendo peça vital na conquista do título paulista de 1977, encerrando um jejum de 23 anos.
Zé Maria, o “Super Zé”, transformou raça em vocação. Em quase 600 jogos, o lateral-direito misturava força, liderança e lealdade. Declarou-se tantas vezes apaixonado pelo clube que afirmava: “No Corinthians, jogo até de graça.” Um gigante que fez história com as cores alvinegras.
Ralf foi o volante perfeito para os tempos modernos: disciplinado, marcador incansável e exemplo de respeito. Em mais de 350 jogos, nunca foi expulso, e conquistou títulos históricos com uma dedicação ímpar. Um verdadeiro cão de guarda, amado pela Fiel.
Emerson Sheik é o sinônimo de irreverência e coragem. Os dois gols na final da Libertadores de 2012 não foram obra do acaso — vieram da personalidade explosiva e da vontade incontrolável de vencer. Sheik jogava como se cada partida fosse a última.
Paulinho uniu raça e técnica como poucos. Seu gol contra o Vasco, nas quartas da Libertadores de 2012, é uma das cenas mais emblemáticas da raça corintiana. Chegava à área como um fantasma e defendia como um guerreiro.
Ditão foi um zagueiro que impunha respeito. Forte, valente e decisivo, marcou presença em jogos emblemáticos, como a histórica virada sobre o Palmeiras em 1968. Sua força física e coragem marcaram uma época.
Ruço, o “Beijinho Doce”, era sinônimo de valentia. Com sua cabeleira ruiva e espírito destemido, protagonizou um dos momentos mais importantes da história alvinegra: o gol contra o Fluminense na semifinal de 1976, na célebre “Invasão Corintiana” ao Maracanã.
Biro-Biro conquistou a torcida com seu jeito simples e sua dedicação incansável. Pequeno em estatura, gigante em vontade, disputou quase 600 jogos com a camisa do Timão, e virou um ídolo espontâneo da Fiel, símbolo de humildade e entrega.
Por fim, Ángel Romero. O paraguaio, que chegou desacreditado, transformou-se no maior artilheiro da Neo Química Arena. Seu espírito combativo, sua inteligência tática e sua incansável entrega o tornaram um dos jogadores mais aplaudidos pela torcida na era moderna. Um verdadeiro representante da raça corintiana.
Todos esses nomes formam o retrato fiel daquilo que o Corinthians valoriza além da técnica: a raça, a superação e a paixão incondicional pela camisa. Eles são os guerreiros que eternizaram no coração da Fiel o orgulho de ser corintiano.
Mensagem aos súditos.
Do Imperador Constantino
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OIMPERADORDACRIAÇÃO postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Corinthians 2011 lembrança"
há 1 ano
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Corinthians 2011 — O Time da Superação e Regularidade
O Corinthians de 2011 foi um time marcado por regularidade, disciplina tática e equilíbrio, comandado por Tite, que assumiu após a saída de Adílson Batista no final de 2010. A equipe iniciou o ano de forma conturbada, sendo eliminada precocemente da Pré-Libertadores pelo Tolima, o que resultou em forte pressão sobre o clube e protestos da torcida.
Porém, a temporada se transformou em redenção. No Campeonato Brasileiro, o Corinthians fez uma campanha sólida e consistente, se destacando pela força defensiva e o coletivo bem organizado.
Destaques do time:
Júlio César (Goleiro)
Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos (Defesa)
Ralf e Paulinho (Volantes)
Danilo e Alex (Meias)
Willian, Liedson e Jorge Henrique (Ataque)
O time ficou conhecido pela aplicação tática, ótima recomposição defensiva e inteligência para controlar o jogo em momentos decisivos. Ralf foi o pilar de marcação, Paulinho apareceu com gols importantes, e Liedson liderou o ataque com oportunismo e raça.
O título brasileiro foi conquistado na última rodada, com empate contra o Palmeiras em um clássico tenso, garantindo a taça com 71 pontos. A conquista teve sabor especial por coincidir com a perda de Sócrates, ídolo eterno do Timão, falecido horas antes do jogo decisivo. -
OIMPERADORDACRIAÇÃO postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O maior clássico do Brasil"
há 1 ano
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O Maior Clássico do Brasil: Corinthians x Palmeiras — Uma Batalha de Gigantes e de Lendas
Poucos confrontos no futebol mundial carregam tanta história, rivalidade e emoção quanto Corinthians x Palmeiras. Um clássico que transcende gerações, capaz de paralisar São Paulo e dividir famílias, unindo e separando amigos pelo amor a seus escudos. Mais do que um jogo, é um duelo de culturas, de posturas e de ídolos que construíram, com suor e glória, a essência do futebol brasileiro.
Desde os primeiros encontros no início do século XX até as finais decisivas do século XXI, o Dérbi Paulista sempre foi palco de craques, heróis improváveis e momentos eternos. De um lado, a força popular e a raça corinthiana. Do outro, a técnica e a tradição palestrina. Dois clubes que colecionam títulos nacionais e internacionais, arrastam multidões e estampam suas histórias nas páginas douradas do futebol.
E quando se fala dos maiores ídolos de cada lado, inevitável traçar paralelos e fazer comparações — não para diminuir, mas para exaltar a grandeza de cada um e mostrar como cada geração teve seus deuses em campo.
De um lado, o Corinthians com Sócrates, símbolo de luta e genialidade; Marcelinho Carioca, artilheiro das cobranças de falta e dono de títulos históricos; Cássio, herói da Libertadores e do Mundial; Neto, o 10 que liderou a conquista de 1990; e lendas como Wladimir, Rivelino, Basílio e Chicão, eternizados pelo amor da Fiel.
Do outro, o Palmeiras com Ademir da Guia, o “Divino”, maior ídolo alviverde; Marcos, o goleiro santo de 1999 e dos clássicos inesquecíveis; Djalma Santos, considerado um dos maiores laterais da história do futebol mundial; e atacantes letais como Evair, César Maluco, além de gênios da bola como Alex e Zinho.
Cada jogador não apenas brilhou com gols e defesas, mas representou valores que os torcedores carregam no peito. Enquanto o Corinthians sempre valorizou a garra, a superação e a paixão visceral, o Palmeiras construiu sua história na técnica refinada, na constância de grandes esquadrões e em jogadores de categoria internacional.
Ambos carregam momentos marcantes nos clássicos: finais de Campeonato Paulista decididas no último minuto, viradas históricas e decisões que marcaram vidas. E até hoje, toda vez que esses dois gigantes se enfrentam, não importa quem esteja melhor na tabela — o clima é de decisão, e as arquibancadas vibram como se o mundo parasse.
Corinthians e Palmeiras não são apenas clubes — são escolas de futebol, de ídolos e de tradição. Duas torcidas apaixonadas que jamais deixarão essa rivalidade morrer. E enquanto o tempo passa, novos nomes se somam a essas listas de heróis, mantendo viva a chama do clássico mais emblemático do futebol brasileiro.