Lucas Silva
Eu gosto mais do Russell Westbrook na NBA, mas não sou louco de dizer que ele é melhor que o LeBron James que também tenho como um Ídolo, mas um ídolo que não jogou nos Lakers que é o time que eu gosto de ver Campeão, não vou falar que torço porque esse ano eu estou 'torcendo 'pro Thunder justamente por causa do Russell Westbrook, no ano que vem dependendo da movimentação do mercado irei torcer pra outro, enfim...
Com relação a essa falta do passado eu sou um que sinto essa falta e incrivelmente tenho só 22 anos kkkkkk, mas sei lá, antigamente parecia ser tão mais simples. Lembro não só de brincadeiras, de risos e hoje com uma série de obrigações acabo muitas vezes idealizando de fato um passado que talvez não tenha sido tão bom assim. Foi muito bom, mas não tanto quanto eu penso.
Não sei se entendi muito bem a ideia do tópico, talvez eu tenha fugido ou não entendido um pouco essa ideia, mas é isso aí kkk.
em Bate-Papo da Torcida > Uma análise intelectual
Em resposta ao tópico:
Schopenhauer dizia, com razão, que o ser humano tem mais dificuldades de julgar, de avaliar, do que de raciocinar. Muito se fala hoje que vivemos a era da intolerância. De fato, reina a falta de respeito pela opinião alheia, a hostilidade perante o discurso do próximo, com o qual não se concorda. Minha dúvida é somente se, também nesta seara, não idealizamos o passado; não o pintamos com cores que, no fundo, ele não tinha.
Numa espécie de paradoxo bastante curioso, constantemente me deparo com o diagnóstico: em várias áreas, não apenas no futebol, a maioria das pessoas é taxativa, intransigente onde não deve, e excessivamente relativista também equivocadamente. Neste cenário, coexistem a mencionada intolerância e um movimento de certa forma oposto, no qual se paga de bonzinho, de aberto à visão do outro, quando na realidade esta última não configura uma opinião plausível, e sim uma leitura simplesmente equivocada de fatos; um erro intelectual.
O debate – epidêmico nos últimos anos – acerca de quem seria melhor, Rodriguinho ou Cristiano Ronaldo, costuma banhar-se num oceano de platitudes, de proposições espalhadas, proferidas e aderidas por quem sequer flerta com uma quantidade minimamente aceitável de estudo/observação que seria condizente, suficiente para se ajuizar apropriadamente. Pode-se preferir qualquer um, por determinados prismas; você pode gostar mais, sei lá, até do Neymar, do Messi. Mas Rodriguinho é melhor do que CR7 e ponto. Não se trata de opinião. E antes de qualquer coisa, ressaltemos: Cristiano Ronaldo é excelente, um dos grandes de todos os tempos. Aqui, não nos referimos a nenhum demérito dele.