Anderson Lopes
Andrés, Rosemberg e restante da administração da época que fizeram todos os acordos da época.
E hoje responsáveis em resolverem os problemas que eles mesmo criaram.
Se os acordos foram mal feitos eles são os responsáveis.
Agora acho que nós torcedores deveríamos procurarmos esclarecimentos desta mesma administração sobre a OMNI.
Por que este fundo de que?
E sócio do Corinthians, recebem 40 e poucos por cento de todas as receitas do fiel torcedor, estacionamento e também das bilheterias?
O Corinthians está quebrado também por este motivo..
em Estádio do Corinthians > Como fica a Arena agora
Em resposta ao tópico:
Segundo Rosenberg, a parte do valor que excede o empréstimo do BNDES, foi antecipada pela empreiteira pela demora na liberação dos recursos pelo banco público, que o fez somente pouco antes da Copa do Mundo.
Diante da necessidade de ter a Arena pronta para a abertura, a Odebrecht foi construindo com recursos próprios e trata esses valores como um empréstimo sobre o qual está cobrado juros.
Sobre a dívida atual veiculada pela diretoria de 1,17 bilhão, depreende-se que 400 milhões sejam devidos ao BNDES e o restante à empreiteira, incluindo-se aí os juros.
Nem clube nem empreiteira divulgaram documentos que formalizaram essas ações, mas eles por certo devem existir estabelecendo os termos e as garantias para tal desembolso. O que não sabemos é qual foi o desembolso real e qual o montante em juros.
Pelas palavras de Rosemberg deduz-se que a CEF está envolvida somente no empréstimo do BNDES e é essa negociação que o clube quer finalizar em termos factíveis e sustentáveis, e onde ele tem pouco a questionar.
Quanto à dívida com a empreiteira a questão é diferente - Há muito a se discutir, desde a finalização da obra que ainda não ocorreu, embora ela, Odebrecht discorde, até o valor real do que foi desembolsado, juros e outras decisões tomadas à época, que segundo Rosemberg, foram de responsabilidade exclusiva da empreiteira.
Antevê-se uma negociação dura mas a empreiteira já deu indícios de que pretende desembarcar do projeto, como já o fez no Maracanã, e o cenário para um entendimento é favorável.
As CID, que a partir da inclusão de seu valor no orçamento municipal passaram a ser bem aceitas pelo mercado, são um valor expressivo que provavelmente será a base da quitação com a Odebrecht.
Provavelmente, ao fim da negociação a empreiteira ficará com as CID e fora da gestão da Arena, teremos o contrato renegociado com a Caixa em condições mais adequadas com acréscimo de 50 milhões na dívida, e uma obrigação financeira mensal ainda elevada.
Será um cenário melhor mas continuo vendo a participação da torcida como a única forma de restabelecer a saúde financeira do clube.