Cezar Oliveira
Mas não precisa mudar esquema tático nenhum.
Um exemplo foi a partida do Coritiba, o Jadson centralizado rendeu muito mais que havia rendendo.
O Marquinhos Gabriel de titular quebrou a marcação adversária e dá opção para os nossos laterais.
E principalmente na recuada do Rodriguinho para a entrada do Clayson, como ele atuava em 2015 e no começo desse ano.
É só parar de insistir em Maycon, Romero, saber que o Guilherme Arana não está aguentando o jogo inteiro e mudar.
Se ficar refém dessa escalação que ele considera titular, vamos perder pontos e os outros times vão encostar, pois as jogadas estão manjadas demais.
O Romero pega a bola e toca de lado, ou prende até receber falta (pois o Guilherme Arana não ultrapassa mais igual antes), o Jadson não tem físico pra jogar na ponta do campo de marcar lateral adversário, o Maycon que toca de lado e não chuta UMA de fora da área e nem chega pra finalizar.
Tá na hora de mudar sim!
em Análise dos jogos > O risco de mudar o time
Em resposta ao tópico:
Assim como a maioria aqui, estou vendo um time com pouca vontade e pouca criatividade. Gostaria de ver uma cara nova, alguém com gana, que mexesse com o resto do time.
Mas se coloquem no lugar do Carille. Faltam 10 rodadas. O sistema de jogo foi construído ao longo do ano inteiro. Restam poucos jogos.
Se ele arriscar algo drástico taticamente, sempre existe um período de assimilação. Podemos correr o risco de passar por esse período e perder pontos, faltando tão pouco?
Se ele alterar a escalação drasticamente, e não der certo, com que ânimo vão voltar os que hoje são titulares? Se ele coloca Pedrinho, Marciel, nesse momento tenso, e os meninos não dão conta?
Temos ainda sete pontos de frente, caso o Santos vença. É uma boa vantagem. Eu apostaria em manter o time, uma última chance ao menos, contra o grêmio. Esse jogo tem tudo para dar a motivação que falta. Ele precisa fazer isso, unir e motivar esse grupo, que afinal de contas é o grupo que lidera o campeonato a mais de 20 rodadas.
Depois, para o ano que vem, aí sim pensamos em reformulação mais profunda.
Não sei, é o que pensei hoje depois dessa derrota. Vocês, o que acham?