Sérgio Ohno
'Naming rights', assim como patrocínio Master ou menores, não são soluções para a dívida impagável a longo prazo principalmente porque os 'altos valores' não significam praticamente nada em relação ao crescimento pelos juros da dívida. Basta ver que um 'naming rights' de USD 100 milhões em 20 anos significam apenas USD 5 milhões por mês (ou muito menos dependendo do índice de reajuste anual), ou seja, uma gota numa dívida que cresce R$ 36 milhões por mês ou USD 7 milhões). O mesmo vale para patrocínios anuais cujo pagamento é parcelado mensalmente.
Sendo assim, não me parece que para a Caixa seja um bom negócio trocar a dívida gigantesca crescente por, apenas, colocar o nome num estádio que já pé deles caso o clube não consiga arcar com o financiamento (sem contar que ela não deve ter, também, nenhum interesse em ter um estádio da mesma forma que não tem interesse em ficar com imóveis financiados e não quitados).
em Bate-Papo da Torcida > Cadê o negócio com a caixa nos naninha right? Mais uma vez balela