Artur Fernandes
Custo de mais de 100 milhões por mês, renda de aproximadamente 80 milhões por mês! Essa conta não fecha de forma alguma!
Pra mim tem estratégia muito mal feita de dar prejuízo todos os anos para não pagar impostos!
Estrategia burra já que afasta investidores é só traz gente da pior espécie para ajudar
em Bate-Papo da Torcida > Explicando o balanço do Corinthians: prejuízo, dívida bilionária e...
Em resposta ao tópico:
Fiz um resumo do balanço do Corinthians para entendermos mais fácil.
O órgão que fiscaliza as contas do Corinthians (o Cori) analisou o dinheiro do clube em 2025 e aprovou, mas com vários alertas. Basicamente, o clube gastou bem mais do que arrecadou, tendo um prejuízo de quase R$ 150 milhões.
Esse relatório vai ser analisado por outros conselheiros, que ainda vão decidir se aprovam ou não as contas da diretoria.
O problema é que a auditoria (uma empresa independente que revisa as contas) encontrou várias falhas, como:
●Falta de informações claras sobre algumas operações, como a Neo Química Arena
●Erros na forma de registrar dívidas e acordos
●Falta de controle adequado sobre dinheiro, pagamentos e contratos
●Registros contábeis feitos de forma incorreta
O ponto mais importante envolve uma dívida gigante com o governo. O Corinthians conseguiu um desconto grande nessa dívida (quase metade), reduzindo de cerca de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões.
Só que a auditoria diz que esse desconto foi colocado nas contas antes de ser oficialmente assinado. Ou seja, parece que a dívida ficou menor no papel antes da hora, o que pode dar uma impressão melhor do que a realidade.
A diretoria se defende dizendo que o acordo já estava praticamente fechado em 2025, só foi assinado oficialmente no começo de 2026 por causa do feriado.
Além disso, a auditoria fez um alerta sério: existe dúvida se o Corinthians consegue manter suas contas funcionando bem no futuro. Isso porque o clube ainda precisa:
●Voltar a ter lucro
●Melhorar seu caixa
●Organizar melhor sua gestão
Resumindo: o Corinthians está com problemas financeiros, fez um acordo importante para reduzir dívidas, mas ainda há incertezas e erros nas contas que preocupam quem fiscaliza.










