Deilson Marques
A maioria reclamando do Menfhis, mas esquece que a maior culpada de todas as burradas sempre foram os presidentes e conselheiros que sempre passaram a mão nos dirigentes quando se trata de apresentar as contas todos ou grande maioria sempre fizeram vista grossa para o que estava acontecendo, agora quando está vinco a tona toda essa sujeirada ficam pousando de salvadores mas na verdade querem continuar mamando na teta, se de fato estivessem preocupados com a instituição Corinthians sentariam e buscariam uma solução mais viável para o clube mas não ficam debatendo quem foi pior ou melhor enquanto isso o clube sangra deveriam ter vergonha na cara, não acredito que essa caras ao se deitarem durmam tranquilos sabendo que a instituição que tanto eles dizem que amam está a ponto de fechar as portas e não se preocupam de buscar uma solução mais sempre estão colocando seus interesses acima do clube triste realidade para esse time que deu tantas alegrias aos mais de 35 milhões de torcedores pelo mundo a fora agora vive de noticiários que só denegrindo a imagem do clube tenha vergonha senhores conselheiros, presidentes, torcida uniformizada agora é hora de cada um assumir suas responsabilidades e levantar esse clube que pelo tamanho do potencial nunca deveria está na situação que está.
em Bate-Papo da Torcida > O contrato de risco entre Corinthians e Memphis
Em resposta ao tópico:
O contrato firmado entre o Corinthians e o jogador Memphis é, antes de tudo, um contrato de risco — e é importante compreender isso antes de qualquer julgamento precipitado.
O Corinthians, naquele momento, vivia uma das fases mais instáveis de sua história recente: na zona de rebaixamento, afundado em dívidas e sem qualquer garantia de que conseguiria honrar seus compromissos financeiros. Entrar nesse cenário era, para qualquer atleta de renome, um movimento arriscado.
Memphis assumiu esse risco. Aceitou vir para um clube em crise, ciente de que a incerteza seria parte do pacote. E é natural que, diante de um contexto assim, o contrato seja majorado. É uma regra básica de qualquer negociação: quanto maior o risco, maior a compensação esperada. Quem busca segurança geralmente aceita uma rentabilidade menor; quem aposta em algo instável, mas com potencial, exige uma recompensa proporcional ao perigo da escolha.
Foi exatamente o que aconteceu aqui. Memphis topou um desafio esportivo e financeiro — e entregou resultados. Foi decisivo no título paulista, fundamental na classificação da Copa do Brasil, quando o Corinthians vinha de um jogo complicado em casa, e determinante na arrancada que tirou o time da zona de rebaixamento.
Sim, sofreu com lesões, o que afetou parte de sua performance. Mas, na média, continua entre os jogadores mais produtivos do elenco, tanto em gols quanto em assistências.
Apesar disso, o debate público em torno de seu contrato tem se concentrado apenas nos valores e nas cláusulas, esquecendo o essencial: foi um contrato de risco — e o risco foi compartilhado. O clube, em crise, aceitou conceder garantias; o jogador, por sua vez, aceitou se expor a um cenário instável.
Nada disso diminui o futebol apresentado. Ao contrário: reforça que Memphis fez uma aposta corajosa, e que o Corinthians, em meio ao caos, encontrou em sua chegada um ponto de virada esportivo e um título frente ao seu maior rival.
Vai Coríntia!