Milena Navarro
Acho que os caras da Safiel já responderam a várias dessas questões, seja modificando o projeto original para atender às críticas pertinentes, seja esclarecendo aquelas que não haviam sido entendidas corretamente. Eu entendo algo dessa área e estou estudando o projeto. Acho que algumas das observações do seu amigo não procedem absolutamente. É preciso assistir ao vídeo e ler o projeto para ver que não é bem assim como ele diz.
em Bate-Papo da Torcida > Conheça a safiel
Em citação ao post:
Então, sobre a SAFiel, tem algumas questões, e ai me perdoe mas terei que copiar a resposta de um amigo aqui do fórum que entende muito mais do assunto :
A SAFiel tem vários problemas que não podem ser ignorados: Perda de controle: o Corinthians deixaria de ser dono de si e ficaria nas mãos de investidores externos. Dependência de valorização de ações: o clube não recebe um aporte garantido de imediato, tudo depende do mercado. Lucro para terceiros, não para o clube: a prioridade passa a ser o retorno financeiro dos investidores, e não a saúde esportiva. Caminho sem volta: uma vez entregue, dificilmente o clube retoma autonomia plena. E ainda tem questões específicas já apontadas sobre a SAFiel: Risco de concentração de poder em grandes investidores, deixando a torcida de lado. Parte do investimento seria em moedas digitais, algo extremamente arriscado e pouco regulado no Brasil. Os conselheiros continuariam com influência, o que vai contra a ideia de renovação. Direcionamento de recursos para o Parque São Jorge, e não para sanar as dívidas e reestruturar o clube como prioridade. Interesses pessoais Já o modelo do FIP é diferente: garante dinheiro imediato, com possibilidade de negociar descontos de 15% a 40% da dívida, reduzindo os juros anuais de mais de R$ 300 milhões, e sem entregar o controle do Corinthians. Além disso, é possível planejar uma saída futura aos investidores, dando previsibilidade e segurança a quem aporta capital, sem amarrar o clube para sempre. No fim, não é trocar 6 por meia dúzia, é escolher entre entregar o clube ou usar a força da torcida e do mercado para salvar o Corinthians.
