Ricardo Kurama
Exato, ele Castro ao menos poderia ter concedido essa coletiva com uma planilha com mais detalhes sobre o contrato. O que realmente estaria envolvido, por quanto tempo, possíveis multas contratuais e esse até 1 Bi é muito vago, eu particularmente poderia doar para a arena um determinado valor mas nem por isso eu vou depositar esse valor.
Outra coisa foi o plano B, C e até um D! Então não é nada garantido que esse contrato se confirme no caso de vitória dele (algo impossível de acontecer), mas na minha opinião gostaria que fosse verdade, mas está longe de ser algo seguro e confiável!
em Bate-Papo da Torcida > A verdade oculta da GSP Holding
Em resposta ao tópico:
Muitos tópicos comentando sobre este possível parceiro, mas talvez não tenham se atentado ao principal.
Se denomina Holding por gerir várias outras empresas do grupo, da qual a GSP Bank of Assets é uma delas. Este não é um banco de operação comum, é uma empresa que troca créditos à prazo por dinheiro imediato para outras empresas. Não tem clientes com CPF, somente CNPJ. Então, o interesse dela não é captar clientes corinthianos ou fazer marketing, isto é, ela não fará investimentos no clube.
Ontem, o André não quis explicar (não quis porque ele sabe o que seria esse tipo de aporte), mas a empresa funciona com factoring, que é o fomento mercantil a empresas, que oferece dinheiro imediato para fluxo de caixa em troca de créditos no prazo. É como um adiantamento, ' um empréstimo consignado' sem juros, mas com desconto à vista.
Isso ficou claro quando André Castro falou que em seus contatos tentou buscar empréstimos a juros baixo, mas essa empresa surgiu como financiadora deste projeto bilionário.
Um provável exemplo é que, no novo contrato da Nike, ela pode antecipar uma grande parcela em troca dos créditos futuros: o Corinthians tem direito a R$ 53mi por ano, em um contrato de 10 anos. Ela pode oferecer ao clube um repasse imediato de R$ 400mi, em troca da total garantia deste contrato com a Nike (R$ 53mi), além de possíveis outras exigências.
E com certeza, a cifra inflacionada de US$ 1 bi se deve à toda estrutura Corinthians que ela pode 'atravessar' para captar recursos com mais patrocinadores, como arena, ingressos, uniforme, CT, Parque São Jorge, etc.
O Corinthians pode até receber essa ajuda, mas não imagino que chegue a essas cifras colocadas na carta de intenção, pois seria um contrato de restrição de receitas futuras para além de um mandato presidencial, e isso é algo que os Conselhos podem argumentar contra.
Preocupa o fato de que a figura que trouxe isso a tona, André Castro, não querer explicar isso em uma coletiva que tinha o puro objetivo de apresentar a carta de intenção. Tudo já está muito obscuro no clube, e ele não quis esclarecer muita coisa ontem quando poderia.
