Danilo Cunha
Gente, vamos aprender a analisar o jogo. O esquema de ontem/primeiro tempo não foi com uma linha de 3, foi com uma linha de 5. Se a ideia fosse linha de 3 era natural que entrasse o Bidu, que ataca mais e consegue fazer a função de ala, ainda que limitado. E isso nem são palavras minhas, mas do Ramon, que sempre defendeu a utilização do Hugo por ser mais defensivo. Olha o próprio Matheuzinho, que ontem ficou muito mais no sistema defensivo do que apoiando.
A real é que o Ramon armou o time de forma medrosa, esperando truncar o jogo num 5-3-2, com 7 jogadores em função de recomposição/defensiva e três com liberdade para contra-ataque (Garro, Memphis e Yuri). A questão é que dar a bola para o time equatoriano era loucura, os caras já se impõem na parte física, num campo encharcado onde o físico prevalece, dentro de casa e embalado? Era óbvio que daria sic, ainda mais pq não dá para confiar num sistema defensivo que vem falhando todo jogo, sic.
No segundo tempo, com a entrada do Carrillo, o time começou a ter mais posse de bola. Mas aí entra o lado emocional das duas equipes, a péssima partida individual de vários (que começaram e que entraram no decorrer da partida), e a presença daquela ameba do Hugo pelo lado esquerdo, que só faz alguma coisa no futebol imaginário dos Diaz. Deu no que deu.
em Bate-Papo da Torcida > Não era jogo pra Bidon e Tchoca
Em resposta ao tópico:
Os moleques são bons de bola e meu tópico não tem muita relação com técnica mas sim com psicológico e experiência...
Um jogo fora de casa contra o maior time do Equador, uma baita pressão, além do fato dos caras serem muito fortes fisicamente, o bidon não marca ninguém e com aquele chassi de gafanhoto foi totalmente atropelado...um erro crasso na escalação, além de mudar o esquema tático para um esquema que não usávamos e sei lá quanto tempo...
Ah e para os montes de defensores do 352 no fórum, entenderam qua não rola? Não temos zagueiros com essas características...
