Don Ramón
Está claro, e muito claro, que não houve a mesma ‘disposição e vontade’ de um impeachment ou sequer investigação com esses quatro abaixo, que agora são oposição:
Andrés Sanchez (2007-2011 e 2018-2022)
Andrés deixou uma marca inapagável de descontrole financeiro com a construção da Arena Corinthians, que afundou o clube em dívidas monumentais. Sua gestão foi marcada por falta de transparência, contratos suspeitos e relações escusas com empresários. A irresponsabilidade financeira e a gestão equivocada do estádio são legados que ainda afetam o clube. Sem o devido impeachment, sua administração permaneceu cercada de suspeitas e desconfiança.
Mário Gobbi (2012-2015)
Gobbi desperdiçou recursos com contratações caras e ineficazes. Sua gestão careceu de planejamento financeiro e a falta de resultados prejudicou o clube a longo prazo. Embora tenha evitado escândalos maiores, suas escolhas deixaram o Corinthians vulnerável financeiramente e com uma equipe sem fôlego para novos desafios. O desperdício de dinheiro e a falta de visão são os marcos de seu mandato.
Roberto de Andrade (2015-2018)
A gestão de Roberto foi marcada por um desastre financeiro, com um endividamento crescente e vendas de jogadores mal planejadas. Sua administração não trouxe soluções para os problemas financeiros e teve contratações mal-sucedidas. Sem um plano de recuperação, o clube ficou em uma situação ainda mais difícil. A falta de transparência e de competência em administrar o Corinthians se evidenciou em todas as suas ações.
Duílio Monteiro Alves (2021-2024)
Duílio seguiu os mesmos erros das gestões anteriores, sem conseguir resolver a crise financeira crônica do clube. Sua gestão foi marcada por constantes desgastes com a torcida, jogadores e a falta de resultados esportivos. Além disso, contratos e parcerias questionáveis e suspeitas geraram mais desconfiança. Duílio não teve capacidade de mudar a trajetória do Corinthians e deixou o clube ainda mais fragilizado. Ao final do seu mandato, deixou heranças malditas para explodir no colo da oposição que venceu as eleições.
em Bate-Papo da Torcida > Em 16 anos não houve ‘vontade’ de impeachment









