Flávio I.
Isso. Os contrapontos vão na linha do que eu penso também. Entendo que a torcida 'mataria' a reputação dos jogadores nesses casos.
Melhor colocar em jogos já decididos (por exemplo, no estilo daquele em que o Corinthians goleou o Táchira em casa em 2012, ou contra o San José em casa em 2013) ou como a final na Bombonera (ou até mesmo a volta contra o Boca nas oitavas de 2013), jogos que não tínhamos nada a perder.
Por outro lado, se o garoto tá em bom momento, ou já mostrou nos treinos por exemplo forte personalidade (treinador deve enxergar isso nos trabalhos do dia a dia), não vejo problema em colocar em jogos mais tensos. Vai que né... Hehe
em Bate-Papo da Torcida > Reforços e de graça
Em citação ao post:
Concordo em partes. Faz bastante diferença o cara ter personalidade, mas um erro grave que comprometesse o time infelizmente nossa torcida cairia matando em cima do moleque, diria coisas como 'o fulano não presta' ou 'é fraco, enganação'. Libertadores é complicado, especialmente em posições defensivas.
Se for um jogo que tá teoricamente ganho ou sob controle, aí acho que seria uma boa. Ou até num jogo que estivermos perdendo e não tenhamos 'nada a perder', como foi o caso do Romarinho no La Bombonera (não era da base mas era moleque). Depende da fase do moleque também.
