Bruce Wayne
Sobre a ASSOCIAÇÃO, na verdade, é apenas uma nomenclatura, até porque, não tem sócios que são donos do clube, são uma associação, e mesmo virando empresa, não possuem donos, o clube são pelos sócios contribuintes, por isso, esse nome.
Sobre a %, sim, serão usados para pagar dividas da associação, porem, quando essa divida ficar finalizado, o dinheiro será para manutenção, até porque, o clube estará vendendo 70,80, ou 90% do futebol, clube ainda tem 10% do futebol, a diferença, é que nesse formato, a associação não tem poder sobre as decisões no futebol.
em Bate-Papo da Torcida > SAF - Algumas pessoas tem visão errada sobre ela - TEXTO ENORME, MAS...
Em citação ao post:
Três coisas: uma positiva, outra negativa e uma correção.
A correção: no tópico 1, você diz que será criada a associação Corinthians SAF: associação tem constituição jurídica diferente de uma empresa S/A. Associação (que é uma empresa sem fins lucrativos, ou seja, não visa o lucro) para exemplo é o próprio clube.
S/A é uma empresa composta por ações, e com fins lucrativos (ou seja, o objetivo principal é o lucro) que pode ser composta por pessoa física ou jurídica (não lembro no caso da SAF se pode ser só jurídica). E o seu controle é feito por meio de ações (quem tem mais ações, 'manda'. Mais ou menos assim.). Exemplo: a empresa que será criada para geir possível SAF.
A positiva: não me lembro se a porcentagem da SAF da direito a lucro, mas todo lucro após a apuração e divulgação do resultado, 20% do valor do lucro será usado para pagar eventuais dividas da associação (isso está em lei). Usando o exemplo do tópico 9: de um lucro de 400 milhões (400 mi x 20%= 80 mi), os 80 serão para pagamento de dívidas da associação (se não me engano nessas dividas só entram valores cíveis, não entra trabalhistas)
O negativo: acesso, ao menos diretamente para a torcida, para cobrança, invasão de CT, de se achar o dono, vai acabar, além de eventuais problemas. O exemplo do Vasco, já citado aqui, e do Cruzeiro, que a torcida achou que ia investir dinheiro a rodo, e tratou o caso como deve ser, ou seja tratou como um negócio, são bons para pensar.