Raphael Traves
Mano negócio é que boa parte desses jogos contava com o fator Antônio Oliveira, cujo time era um catado
em Bate-Papo da Torcida > Precisamos falar sobre Coronado e Garro juntos
Em resposta ao tópico:
Estes são os jogos pelo brasileiro que os dois iniciaram a partida juntos como titulares
Juventude 2x0 Corinthians
Bragantino 1x0 Corinthians
Corinthians 0x1 Botafogo
Atlético-GO 2X2 Corinthians
Inter-RS 1X0 Corinthians
Corinthians 1x1 Cuiaba
Corinthians 3x2 Vitória
Corinthians 1x1 Juventude
1 vitória, 3 empates, 4 derrotas
São 6 pontos em 24 disputados. 25% de aproveitamento.
Em 63 pontos disputados, o Corinthians tem 20. 31,74% de aproveitamento
Isto significa dizer que em jogos que os dois não começam juntos, o Corinthians possui 35% de aproveitamento, o que seria suficiente para colocar-nos fora do zona de rebaixamento.
Isto posto, o que então o modinha precisa entender:
1. Este Corinthians é muito inferior e bemmm diferente daquele de 2015. O Renato Augusto de 2015 é 45.074 vezes melhor que o Coronado e o Jadson de 2015, melhor que o esforçado Garro. Falar que são necessários dois meias com base nesta comparação é assimétrica, para não dizer patética;
2. Por que o Corinthians ganha de Racing-URU com os dois juntos mas toma cacete em jogos do brasileiro? Porque, como nosso time é inferior coletivamente e taticamente aos demais do brasileiros, não podemos nos dar ao luxo de perder um jogador para recompor o sistema defensivo quando o time está sem a bola. Resumindo: como nosso time é sofrível, é preciso QUE TODOS MARQUEM. TODOS. E cai entre nós, o Igor Coronado é um preguiçoso... Para não dizer sic
3. O Igor Coronado atrapalha o Garro. Quando entra já logo quer assumir bolas paradas, sendo que o Garro é muito mais eficiente; Além disso, inúmera vezes, durante o jogo, vira um remendo tático danado;
4. O futebol do Igor Coronado é, no máximo, de uma opção criativa de segundo tempo no lugar do Garro quando o jogo tá muito truncado e centralizado.
5. O tonhão vinha acertando o time no seu modesto 4-3-3 que na hora do aperto virava 5-4-1. Foi inventar um 4-4-2 com os dois juntos contra o Juventude em Caxias e tomamos cacete. Daquele jogo em diante, o tonhão se perdeu. Ramon Dias cometeu o mesmo erro contra o mesmo adversário.
Pelo bem do Corinthians, parem de pedir os dois juntos. Não dá. É inviável