Thélio Caudinski
Sylvinho foi derrubado pela arquibancada, mas Cuca foi por quem sequer vai ao estádio. Não vou entrar em discussão do mérito sobre o que o Cuca foi acusado, a minha ideia é sobre o impacto das redes sociais na adm do Corinthians.
Podemos nomear os capitães deste levante. O Meu Timão fez parte do movimento #ForaCuca, assim como parte da mídia (tradicional ou da internet). O movimento foi tão grande que, ao demitir o Cuca, começou um movimento que acreditava que, pelo apelo, o Tite voltaria.
Tite não voltou. A força para derrubar não foi suficiente para construir.
Mas a pretensa força para demitir Cuca, não vem servido por mais transparência nas contas do clube, da Arena, ou da própria administração que conta com 'conselheiros' e até 'gerentes' e 'diretores' como Roberto de Andrade, Jaça, Mané da Carne, André Negão e etc.
Levantou-se a bandeira de que o Corinthians era o time do povo, isso por motivos históricos. Mas hoje o Corinthians não é o time do povo, tem dono, e seu dono é a Renovação e Transparência.
De modo que não existe essa tal força que alguns dizem que tem. É tudo circunstancial. A demissão do Cuca deve ter vindo mais por ele ter pedido pra sair, e não decisão da diretoria.
Mas se a diretoria não tem pulso para suas convicções, qual o tamanho de um movimento para mandar e desmandar no clube?
em Bate-Papo da Torcida > O poder das redes sociais e a administração de um clube