Augusto Melo
Hmm, isso parece bastante improvável com base nos meios tecnológicos disponíveis na época. Podemos formular algumas ideias criticando essa suposta 'prova':
Em 1980, os testes de DNA e sequenciamento genético ainda estavam em seus estágios iniciais. Não havia tecnologia disponível para comparar o DNA de uma amostra tão antiga de esperma com o de uma possível vítima. Isso foi desenvolvido na década de 1980 e tornou-se amplamente viável nos anos 1990.
A capacidade de armazenar amostras biológicas por décadas mantendo a integridade do DNA ainda estava em fase experimental nos anos 1980. Amostras mais antigas do que a década de 1950 são difícil de se obter em boas condições para análise de DNA.
Os meios de coleta e preservação de amostras biológicas em potencial cenas de crime eram muito rudimentares em 1980. Era difícil assegurar que qualquer amostra recuperada na época permanecesse intacta o suficiente para análise de DNA 40 anos depois.
Os testes de DNA tinham alcance limitado e caro nos anos 1980. Seria improvável que qualquer amostra antiga fosse submetida a tal análise naquela época, a não ser em casos extremamente graves e com recursos substanciais.
Fontes:
• According to Butler, J.M. (2015), Ancient DNA: Methods and Protocols, the first PCR-based ancient DNA analysis was published in 1988. Ancient DNA analysis was largely limited to PCR before the 1990s.
• Budowle, W. Et al (2003) wrote 'Until the early 1980s, DNA technology was in its infancy, and DNA was not routinely used for human identification'. Early attempts at ancient DNA were challenging and unreliable.
• Regueiro, M. Et al (2016) noted that 'The first successful analysis of ancient human remains dated to the late 1980s...However, the emergence of paleogenomics has only been possible thanks to recent technical and methodological advances in the field of ancient DNA'. Major leaps forward occurred in the 1990s and 2000s.
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