Nightmare
Dái dá pra ver que a corrupção no futebol vem desde o primórdios, eu não sei vocês, mas pra mim isso de boicotar, não passa de panela, ou seja, uma das vertentes da corrupção, e o pior isso existe até hoje...não é a toa que vemos o termo 'perdeu o vestiário' igual ao Grêmio, que claramente foi derrubado pela panela orquestrada por GarRafinha e outros jogadores!
em Bate-Papo da Torcida > Cuidado!
Em resposta ao tópico:
O Corinthians precisa analisar bem, antes de contratar...
Nunca esqueci da maior contratação do 'Timão' em 1960...
Vicente Matheus, tirou dinheiro da sua empresa (pedreira) pra contratar e foi o maior 'engano', fazia 'corpo-mole' em campo, menosprezando a torcida...
Eu posso falar, pois tinha 22 anos na época e fui assistir a jogos do 'Timão' em que ele andava em campo...
Foi chamado de 'mercenário', pelos torcedores...
'Almir Albuquerque (Recife-PE, 28 de outubro de 1937) foi um ex-jogador de futebol que atuava como meia.
Com a fama de encrenqueiro, aceitou mudar para São Paulo, quando foi chamado de 'Pelé branco' durante a transferência para o Corinthians, em 1960.
Vicente Matheus não poupou esforços para contratar o atleta que, na época, defendia o Vasco.
Técnico e de muita raça, estreou no Timão justamente contra seu ex-clube e marcou um gol, em partida amistosa.
No time do Parque São Jorge, porém, teve poucas chances.
O que se tem como conhecimento da época é que Almir tenha sido 'boicotado' pelos companheiros de clube, que não concordavam coma diferenciação feita entre Almir e os demais atletas, então pouco lhe passavam a bola.
Foram 29 jogos e cinco gols marcados.'
No ano seguinte, então, foi vendido ao Boca Juniors.
'Sua contratação'
Foi contratado pelo Timão, sendo chamado de 'Pelé branco', mas não conseguiu repetir o sucesso que havia feito no Gigante da Colina.
No clube paulista tinha uma vida boêmia e um alto salário e gerava ciúmes e inconformismo de alguns companheiros.
Em sua passagem pelo Alvinegro do Parque São Jorge atuou em 29 jogos (13 vitórias, 7 empates, 9 derrotas) e marcou apenas cinco gols.
Os dados constam do 'Almanaque do Corinthians', de Celso Unzelte.[2][5]
A alcunha de 'Pelé branco' talvez tenha sido pesada demais para o craque, quem em um ano sem relevância, seguiu para à Argentina jogar pelo Boca Juniors.
No fim de sua passagem pelo Corinthians confessou a importância da primeira passagem pelo futebol paulista.
'Despertei para a verdade do futebol, conheci suas grandezas e mesquinharias: o caráter dos cartolas, os riscos da profissão, a corrupção dos juízes - disse o jogador.'
'Pierri'
