Berg Pinheiro
É uma hora dessa que devia aparecer a 'Transparência' dessa diretoria...
em Bate-Papo da Torcida > N.R. Um negócio nota 6
Em resposta ao tópico:
Se partirmos do pressuposto que não tínhamos nada, hoje temos algo. Beleza, massa. Mas também podemos pensar que desse ponto de vista não há negócio que leve em conta o poder da marca, e só a necessidade.
Segundo ponto, é o naming rights tão valioso? Qual o grau de exposição da marca? Ou a empresa ganha mais pela parceria?
Indo para os números secos podemos chegar a uma conclusão: esse dinheiro servirá para amortizar os juros da dívida principal. E ponto
Senão vejamos. Muitos calculam a amortização sobre o valor atual da dívida. Isso não se aplica já que não receberemos à vista. Assim o valor de R$ 540 mi tem que ser visto com os juros que correrão nos próximos 20 anos. Se tomarmos uma base de 3% ao ano daria em torno de R$ 15 mi, ou seja, aproximadamente o que a Neo química vai nos pagar. Os caras não deram ponto sem nó.
Pagar os juros não é pouco, embora pareça diante do valor principal. Os juros é o que torna impagável a dívida. O principal é o que compromete a bilheteria.
Com uma média de arrecadação anual de R$ 40 mi a R$ 50 mi por ano, e com os juros equacionados pelos naming rights, podemos chegar a um período médio de 10 a 12 anos sem bilheteria até termos o estádio quitado. Não é pra agora a grande revolução no nosso quadro econômico.
Ajuda, bastante, mas ainda estamos amarrados por um bom período. A iniciativa da torcida gaviões da fiel ainda é de GRANDE necessidade.