Anderson Silva
Respeito e entendo sua opinião, mas discordo.
De fato esse era romântica, onde os jogadores realmente respeitavam o clube e jogavam por prazer, acabou.
O futebol profissional, para mim, é apenas negócio; cujo lucro vem diretamente da paixão dos torcedores (audiência em programas de tv; compra de camisas; compra de ingressos; acesso a sites como o Meu Timão). É a comercialização da paixão.
O grande erro de quem usa essa argumentação é de usar o saudosismo, e a sua juventude, como o marco zero do futebol - provavelmente, uma pessoa dos anos 10, diria que o futebol raiz foi o dos anos 30 ou 40, e não o da era Pelé pra frente.
O futebol raiz - mais uma vez, na minha opinião - está na pelada, e não no futebol profissional. Na pelada sim se joga pelo amor ao esporte, de forma democrática, e remete as origens do futebol.
em Notícias > Tem gente que dá ouvido pra comentarista, olha as palavras do...
Em citação ao post:
Concordo com ele quanto ao jogo em si, que realmente evolui e muda com o tempo. Mas o 'futebol raiz' que pregamos é a essência do futebol em si, que se perdeu faz tempo. A essência seria: esporte do povo, valorizar as tradições, as torcidas, as bandeiras, a festa na arquibancada, preservar as equipes tradicionais que representam cidades, bairros, comunidades, e não clubes empresa, (vide os rebulls, que mudam escudos e cores dos times). Isso tudo se perdeu no futebol e precisa voltar. Final única em campo neutro, isso é uma atrocidade para o futebol. Você passa um campeonato inteiro apoiando seu time, quano chega o ápice, seu time vai jogar a milhares de km do seu estádio. E antes de falar que futebol é negócio, isso pode ser para quem lucra com ele, mas para quem o tem por paixão, como nós torcedores, futebol não é negócio. Futebol é paixão, amor, tradição, é representar algo, e nesse sentido, sim, precisamos voltar ao futebol raiz. Quanto ao jogo, ele é dinâmico e sempre vai 'estar mudando'