Victor Silva
Master não seria único?
Hoje a frente das camisas não podem ser consideradas patrocínio master, pois dividem espaço outros patrocinadores que pagam quase o mesmo valor
Hoje o Corinthians trocou uma Caixa que era master de verdade e reinava absoluta na parte da frente do uniforme por vários coadjuvantes que somados tem o poderio financeiro de um, o lado ruim é que polui o uniforme!
Mas de uma coisa ninguém pode reclamar, mesmo o uniforme poluído o Corinthians é a camisa mais cara do futebol brasileiro juntando com a Nike.
A diretoria deu um jeito, o jeito de se negociar patrocínios aqui no Brasil mudou, essa tendência sempre existiu na América do Sul.
em Off topic > Valor de patrocínio máster dos principais times do Brasil
Em resposta ao tópico:
Após a rescisão da CAIXA com os principais times da séries A e B do Brasil, as cifras de patrocínio regrediram consideravelmente de 30,20 milhões para praticamente todos times para no máximo 15 milhões fixos por time, salvo raras exceções.
Santos - Sem patrocínio master desde que rescindiu com a Caixa
Atlhético, Fluminense e Botafogo, Bahia, Sport - Perderam ou não renovaram o patrocínio máster em meio a pandemia
Vasco(BMG) - Entre 6 a 8 milhões
Inter e Grêmio (Banrisul) - Entre 13 e 16 milhões
Corinthians (BMG) - 12 milhões
Atlético Mineiro(BMG) - 11 milhões
Exceções:
São Paulo (Inter) - Entre 16 e 23 milhões. Foi renovado recentemente só por seis meses, provavelmente deve ser extinto ao fim do ano devido a concentração de recursos no Atlético Mineiro
Rebbull Bragantino (RB) - O patrocinador praticamente comprou o time e pode desembolsar até 200 milhões nessa temporada
Palmeiras (Crefisa) - Sem comentários
Flamengo (BRB) - Até ano passado recebia 12 milhões do antigo parceiro, recentemente fez um novo acordo não muito claro que pode render até 35 milhões por ano
As perguntas que ficam: a Caixa que pagava além do valor ou o futebol está desvalorizado? O que é necessário para mudar esse paradigma?

