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Poeta Alvinegro


de São Paulo

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Aquém das melindras corporativas, a comunhão reedita o ideal libertário, onde a massa, horizontal e sem senhores, autogere seu próprio calvário.

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Último acesso em 06/06/2026

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Última atividade no site em 06/06/2026 às 17h32

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Jogos do Corinthians com Poeta Alvinegro na torcida do Timão

31 partidas na torcida

Portuguesa Fluminense Botafogo Athletico-PR Juventus Mirassol Ponte Preta Ceará CSA Novorizontino Botafogo-SP Palmeiras Avaí Bahia São Bernardo FC Vitória Atlético-GO Argentinos Juniors Rio Claro Paraná Clube Remo
92.59%

25 Vitórias do
Corinthians

2 Derrotas

4 empates

Poeta viu 75 gols

81.33%

61 Gols do Corinthians

14 Gols dos adversários

Média de 2.42 gols por partida

Posts e comentários do Poeta

Última interação no site em 06/06/2026 às 17h02

  • Poeta

    Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O Estreito Tratado Alvinegro/Mundial"

    há 4 horas

    O Estreito Tratado Alvinegro/Mundial

    A mística do cosmo São Jorgiano entrelaça-se de forma indelével com a própria epopeia internacional, como o dínamo, que oxigena o selecionado pátrio.

    Não se mensura essa simbiose apenas pela frieza das estatísticas, mas pela consagração de guardiões que, forjados na rústica têmpera das tribunas alvinegras, transportaram a indômita aptidão operária e artística, aos bosques verdejantes.

    Do pioneirismo ancestral que cravou heróis na aurora, à altivez intelectual e democrática que encantou a orbe, o manto indelével sempre forneceu o brio e o suor indispensáveis ao triunfo da pátria desportiva.

    Obliterar qualquer vestígio do grupo que ruma ao certame global, denota um unilateralismo soberbo e desconectado da crueza do relvado. Ao abdicar da rústica teimosia e do brio que a nossa estirpe sabe infundir nos momentos de flagelação, os varões de gabinete condenam o selecionado pátrio a um pragmatismo estéril e sem alma.

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  • Poeta

    Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "É possível mentir falando apenas verdades"

    há 2 dias

    O labirinto de meias-verdades que emana dos gabinetes palacianos, constitui um bombardeio sem precedentes contra o pavilhão. Lançar mão do brasão institucional, para salvaguardar caprichos, é o mais refinado ardil.

    A homologação burocrática é apenas engrenagem do simulacro moral. Tais axiomas periféricos, chancelam a legitimidade do cascalho, vertido em pequenas firmas.

    Julgam esses varões que, o tribunal, forjado na crueza fabril, porta-se como uma grei de incautos, propensa a deglutir tal fado tragicômico. Olvidam-se, contudo, de que a paciência do cimento esgotou-se perante tamanha lassidão.

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  • Poeta

    Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Trocam os nomes, mas os problemas continuam"

    há 3 dias

    A ciranda que desfila pelos salões da corte, expõe o sepultar estéril acerca das engrenagens.

    O arcabouço, em irremediável ocaso.

    Uma praça monumental, subjugada.

    Decerto, a transmutação se converte em antídoto, frente ao regime que agoniza.

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  • Poeta

    Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Copa São Paulo 1969"

    há 4 dias

    A aurora pioneira se nutre, no certame inaugural da história.

    Sob o quadrante invernal, o prólogo testemunha a gênese de guardiões.

    Eis a mística da nossa ancestralidade cravada em retrato.

    No rés do chão, preposições da plasticidade.

    Das relíquias, a paleta contemporânea resgata o brilho dos prelúdios, ecoando o gigantismo São Jorgiano, na terra do triunfo.

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  • Poeta

    Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Desconfiem de quem diz que é fácil"

    há 4 dias

    O engodo messiânico da panaceia ligeira, desmascara-se no proscênio, chancelando o ardil do estelionato. A moral, embora indispensável virtude, revela-se inócua, posto que a pureza sem engenho, perpetua a paralisia que se auto consome.

    Urge a fina estirpe revolucionária, provida de sólido tirocínio das engrenagens que perpetuam o relvado. Sem tal salvaguarda pragmática, o colosso permanece inerte a voluntarismos.

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  • Poeta

    Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Já pararam pra pensar sobre a arbitragem contra nós?"

    há 4 dias

    O escrutínio desse viés deságua em labirinto espúrio, onde o sopro, travestido de magistratura, ressoa como carrasco no relvado. Em expropriação, varões de gabinete perpetram, em jornada, sutil e sistemático vilipêndio frente o pavilhão, encenando procissão paroquial.

    Esse unilateralismo, denota a maçã sistemática doméstica, na mística do colosso São Jorgiano.

    Ergue-se o gume inflexível do castigo, forçando as tribunas a testemunharem um simulacro, onde o veredito já repousa lavrado antes do alvorecer.

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  • Poeta

    Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "quase 50 dias de mentiras!"

    há 5 dias

    Eis que adentramos o fatídico interregno, limbo estéril que mercadeja aos incautos. Das bocarras dos vendilhões, uma torrente de espectros, outrora ressuscitados no altar da impostura, por falsários que ostentam a jactância como estandarte.

    O ápice desse vilipêndio manifesta-se no triunvirato, cujos arautos profetizaram, com empáfia apocalíptica, o desterro definitivo do nosso ariete. Todavia, encurralado pela crueza dos fatos, ensaiam um recuo pusilânime, obliterando o próprio vaticínio.

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  • Poeta

    Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Só um clube enorme como o nosso para aguentar isso"

    há 5 dias

    O labirinto de expurgos e mandatos natimortos, submete a outrora altiva governança, em cadafalsos e desterros morais.

    Tamanha sangria, depura paulatinamente as alcovas, extirpando parasitas, de absoluto vilipêndio.

    Todavia, o colosso ostenta uma imunidade mística ante tamanha estirpe, alicerçado na inabalável têmpera de suas tribunas. Dessa crueza burocrática, emergirá o inevitável triunfo, e o destino manifesto de soterrar a pequenez dos algozes.

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  • Poeta

    Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Apesar de também ser da mesma laia, os nomes que saem fortalecidos no PSJ infelizmente são"

    há 5 dias

    Eis o fado tragicômico que desaba, da pira de nossas próprias cinzas institucionais. Não brota a virtude renovadora, mas a exumação de velhos espectros que partilham da mesmíssima cepa deletéria.

    Figuras esculpidas na vetusta e intrincada engrenagem oligárquica desta que é corte, alçados ao patamar de paradoxais esteios, quais gárgulas se nutrem da ruína para perpetuar o próprio arbítrio.

    Trata-se de uma quimera, em que o opróbrio atua como artífice da ressurreição, sob o manto de uma suposta salvaguarda das tradições.

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  • Poeta

    Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Se apresentem por favor!"

    há 1 semana

    Contemplem os agoureiros da desgraça iminente, cujas línguas apressadas, já haviam decretado o sepultamento na ribalta pátria. Os mensageiros do apocalipse desportivo, que salivavam diante de aparente ruína, hoje engolem o fel de suas próprias precipitações.

    O triunfo no reduto meridional, estraçalhou o prognóstico dos levianos. Julgavam que a nossa estirpe defasaria-se ao descenso, ignorando a rústica teimosia que rege este organismo. Guardem os vossos epitáfios de boutique e recolham as vossas lápides prematuras.

    Saúde, senhoras e senhores!

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