Danilo Oliveira
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Atividade de Danilo Oliveira no Meu Timão
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Jogos do Corinthians com Danilo Oliveira na torcida do Timão
4 partidas na torcida
3
Vitórias
do
Corinthians
0 Derrotas
1 empate
Danilo viu 6 gols
6 Gols do Corinthians
0 Gols dos adversários
Média de 1.50 gols por partida
Posts e comentários do Danilo
Última interação no site em 28/05/2026 às 08h04
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Danilo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Soberba, barriga cheia e desconexão"
há 1 semana
detalhes do postO que a gente viu no jogo foi a reprise de um velho filme corinthiano, só que agora com um final ainda mais indigesto. Perder para o Platense, um estreante na Libertadores, dentro de casa, não é apenas um tropeço. É um sintoma. E o pior: os mesmos ingredientes que nunca deveriam fazer parte da receita de um time com ambições de título voltaram à tona.
A campanha até é regular, sim. Mas todos nós esperávamos a vitória para dormir na liderança, e o que vimos foi um time desconectado da importância do jogo. Hugo, com o emocional visivelmente abalado por não ter sido convocado para a Copa, transmitiu insegurança. No meio-campo, mesmo no 0 a 0, jogadores preferiram o drible enfeitado, o lençol e a caneta, quando o que se pedia era objetividade e sangue nos olhos.
E aí vem o mais revoltante: Yuri Alberto e Memphis, com a cabeça fora do clube, pensando em transferência e Copa do Mundo. Desconectados. Soberbos. Enquanto isso, o Corinthians escolhe partidas como quem escolhe horário de almoço. Mas eu vou além: esse time, quando vive um bom momento, para de brigar, para de morder, para de competir.
Ninguém foi bem. Parecia time de férias antecipadas. Fica o alerta: quando esses jogadores se sentem maiores do que o clube e mais importantes do que o jogo, o resultado não vem. E hoje, diante de um estreante, a indigestão veio em dose dupla.
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Danilo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Matheuzinho equilibra o que Bidu desequilibra"
há 1 mês
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A comparação entre Matheus Bidu e Matheuzinho passa menos pela nota final no Sofascore, ambos terminaram com 6.8, e mais pela forma como cada um interpreta a posição dentro do sistema do Corinthians.
O lance do gol de GH escancara justamente essa diferença.
A assistência de Matheuzinho não nasce de uma jogada de linha de fundo tradicional. O lateral recebe ainda pela intermediária ofensiva, identifica o espaço e executa um cruzamento cirúrgico, praticamente colocando a bola na cabeça de GH com as mãos. É o tipo de leitura que mistura visão de jogo, timing e qualidade técnica, algo que Bidu, mesmo aparecendo bastante no ataque, normalmente não entrega com a mesma naturalidade.
E isso ajuda a definir o perfil dos dois.
Bidu é, na prática, um ala. Seu jogo é construído a partir da ocupação ofensiva do corredor esquerdo, com liberdade para atuar mais alto, atacar espaços internos e participar da circulação ofensiva próximo aos meias e atacantes. Seu mapa de calor mostra exatamente isso: muita presença no campo adversário e pouca sustentação defensiva.
O problema aparece quando o Corinthians perde a bola.
Os números ajudam a explicar. Bidu venceu apenas 6 dos 10 duelos pelo chão e sofreu 3 dribles no jogo. É um jogador que ainda apresenta dificuldade em confrontos individuais defensivos, especialmente contra pontas rápidos atacando seu setor. Muitas vezes depende da cobertura do zagueiro ou do volante para não deixar o lado esquerdo exposto.
Já Matheuzinho entrega outra leitura da função. Mesmo participando bastante da construção ofensiva, com 4 passes decisivos e 2 grandes chances criadas, ele mantém equilíbrio sem abandonar a recomposição. Seu mapa de calor mostra profundidade, amplitude e retorno constante ao corredor defensivo.
A principal diferença talvez esteja justamente no repertório ofensivo.
Bidu costuma acelerar mais cedo, buscando associação curta, aproximação por dentro e conduções em velocidade. É participativo, mas nem sempre transforma volume ofensivo em jogadas realmente decisivas no último terço. Falta variar mais as soluções.
Matheuzinho, por outro lado, consegue interpretar melhor os momentos da partida. No lance do gol, percebe o espaço ainda na intermediária e faz o cruzamento no tempo exato, antes da defesa se reorganizar. É uma jogada funcional, inteligente e executada com precisão rara.
Isso aparece também nos números de progressão. Matheuzinho teve 106.4 metros de progressão total, enquanto Bidu ficou em 29.
Além disso, o lateral direito registrou mais passes decisivos, mais grandes chances criadas, maior impacto territorial e mais ações ofensivas produtivas sem perder equilíbrio defensivo.
Defensivamente, Matheuzinho também oferece mais estabilidade, com mais cortes, menos dribles sofridos, melhor posicionamento e maior consistência nos retornos.
Bidu segue sendo uma peça útil quando o Corinthians precisa empurrar o adversário para trás e atacar com volume pelo lado esquerdo. Mas seu perfil ofensivo exige compensações constantes do restante da equipe.
Matheuzinho parece encaixar melhor em jogos mais intensos e competitivos justamente por conseguir entregar as duas fases do jogo sem desorganizar a estrutura coletiva.
No fim, o debate não é sobre quem apoia mais. É sobre qual jogador consegue transformar participação ofensiva em vantagem concreta sem comprometer o sistema defensivo. Hoje, Matheuzinho oferece ao Corinthians um jogo mais completo e equilibrado. -
Danilo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O futebol é uma coisa de maluco..."
há 1 mês
detalhes do postEm pleno feriado de Tiradentes, na Ressacada, pela Copa do Brasil acontece isso:
Matheuzinho cobra falta, bola desvia na barreira, Pedro Raul (sim, o Pedro Raul) escora de cabeça e dá a primeira assistência da carreira de Jessé Lingard no Corinthians.
Quem em sã consciência preveria uma sequência como essa?
Só o futebol brasileiro mesmo...
X.com/oocbrsao/status/2046762433411207231 -
Danilo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "A loucura começou, sejam bem vindos!"
há 2 meses
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5 anos atrás, se me dissessem que na estreia da Libertadores o Corinthians ia ter Lingard e Pedro Raul saindo do banco por ordem do Fernando Diniz, eu diria que a pessoa precisava se tratar.
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Danilo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Vocês aprovariam Fernando Diniz como técnico do Corinthians?"
há 2 meses
detalhes do postInfelizmente não, por tudo que ele enquanto treinador apresentou nos últimos trabalhos. São Paulo, Vasco, Cruzeiro, Seleção, não porque ele é ruim, mas o modelo de jogo que ele propõe exige tempo para ser assimilado por parte dos jogadores. Particularmente, não sei se a torcida, a mídia e a tabela vai fornecer a ele o tempo suficiente para implantar as suas ideias. Um ponto positivo, é que ele sabe trabalhar o elenco, busca extrair o melhor de seus jogadores, usa garotos da base e a gente tem alguns que podem evoluir e serem melhores trabalhados. Mas o retrospecto do treinador é desanimador. Não consigo ficar animado com a contratação. Não desperta confiança. Eu espero estar errado e que ele possa mudar o que eu penso, mas hoje, o sentimento é o mesmo de quando o Duílio saiu e o Augusto assumiu a presidência. O início é estonteante, mas no decorrer o trabalho, não evolui com a pressa e nescessidade que o clube precisa, ainda mais num ano importante de reabilitação num brasileiro (os últimos do Diniz são muito ruins) e expectativa nas copas
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Danilo comentou na notícia: "Corinthians mapeia mercado por treinadores e quer novo comandante para estreia na Libertadores"
há 2 meses
detalhes do comentárioDiniz é um dos nomes cotados. A minha duvida é:
O estilo do Diniz demanda paciência e tempo, num Corinthians em dificuldade dentro e fora de campo, vão dar esse tempo a ele? -
Danilo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Dorival repetiu os erros da seleção no Corinthians"
há 2 meses
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Os erros que custaram a cabeça de Dorival Jr. Na seleção brasileira já estavam estampados na sua passagem pelo Corinthians. Quem viu de perto sabia: ele não conseguiu dar padrão ao time no Parque São Jorge, assim como não conseguiu com a amarelinha. A equipe vivia de altos e baixos, até encarnava um timaço em jogo grande daí aquela velha fama de que 'escolhia partida'. Mas na real, morreu abraçado na seleção esperando Neymar estar disponível, no Corinthians, ficou esperando o trio GYM ressurgir.
O que mais irrita a Fiel é ver treinador pedir reforço o tempo todo (e o elenco realmente precisa), mas ao mesmo tempo não saber trabalhar com o que tem no dia a dia. Seja contratado encostado no banco ou moleque da base pedindo chance, Dorival ignorava. Na seleção, o meio-campo vivia desencontrado e espaçado; aqui, a mesma coisa. Talento individual decidia no grito coletividade que é bom, nada.
Claro que ele acertou em alguns momentos. Um deles foi externar publicamente a bronca com a possível venda do André. E hoje, por exemplo, o André não esteve bem em campo. Mesmo assim, o técnico bancou o jogador até o apito final.
Mas o problema ia além do campo. Havia um claro ruído de informação entre Dorival, o executivo Marcelo Paz e o presidente Osmar. Toda vez que o técnico abria a boca em coletiva, ficava nítido que não existia alinhamento entre os três. Enquanto um falava uma coisa, o outro desmentia ou contornava. Um pedia jogador, o outro dizia que o mercado não permitia. Um criticava saídas, o outro já estava vendendo. Essa falta de sintonia destruiu qualquer chance de planejamento sério e quem pagou o pato foi o time dentro de campo.
Como em outros momentos de sua carreira, Dorival foi competente em copas, mas patético nos pontos corridos especialmente jogando em casa, onde mais precisava da força da Fiel. O padrão se repetiu. E o preço, também -
Danilo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Técnico sem coragem e um irracional em campo!"
há 2 meses
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Corinthians entrou em campo no Maracanã e, mais uma vez, deixou sua torcida com a sensação de déjà vu. A derrota por 3 a 1 tem nome, sobrenome e afilhado. E ela começa muito antes do apito inicial, na escalação que Dorival Junior insiste em inventar.
O problema não é escalar Garro e Bidon. O problema é onde e como eles são colocados em campo. Bidon aberto pela direita é um absurdo: ele não tem a velocidade necessária para dar a profundidade que um esquema 4-2-3-1 exige. Até aí, daria para relevar se, do outro lado, houvesse um ponta de ofício com essa característica. Mas não é o caso de André. E piora quando olhamos para a esquerda: Bidu é ala, e quando forçado a atuar numa linha de quatro, seu único movimento é cortar para o meio. Resultado: o lado esquerdo do ataque é um cemitério de jogadas. Ninguém vai à linha de fundo, ninguém avança além da intermediária. O Corinthians entrou em campo desajustado, desequilibrado e, pior, previsível.
Enquanto não criava nada pelos lados, a equipe ainda se expunha de forma criminosa. Dois gols bobos sofridos em contra-ataques que qualquer time minimamente arrumado teria evitado. Foi um amontoado de falhas individuais, sim, mas acima de tudo, um atestado de incompetência de Dorival Junior. Ele tem alternativas no banco, poderia ter mantido a formação que o time conhece o 4-3-1-2 mas preferiu inventar. E a conta chegou no primeiro tempo.
No segundo tempo, ele mexeu. Tirou quem não vinha bem, recolocou André no meio, trouxe um lateral esquerdo de ofício. Parecia, enfim, que o Corinthians teria postura. Foi aí que a noite virou vexame.
Agora, falemos de Allan. Não pela falta que até tem um toque no rosto no início da jogada, mas pelo gesto imbecil, obsceno, que fez questão de exibir. Não há desculpa. A expulsão foi mais do que justa, e o que se espera, no mínimo, é que o clube o puna com o rigor que esse ato de idiotice merece. Em um jogo já perdido, ele conseguiu enterrar qualquer chance de reação e manchou ainda mais a noite.
De positivo, restaram poucas coisas: algumas defesas de Cauê, que ao menos mostrou serviço, e a participação de Lingard e Labyad, que ao menos demonstraram disposição o que já os coloca num patamar acima da maioria.
O Corinthians chegou ao oitavo jogo consecutivo sem vencer. Jogadores são culpados, isso é fato. Mas o treinador também. E no Dia da Mentira, o Corinthians fez questão de provar que é mestre no assunto: mentiu sobre ter um time organizado, mentiu sobre ter um plano, mentiu sobre ter vergonha na cara. -
Danilo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Bidu, o lateral que não lateraldor de meo"
há 3 meses
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O Corinthians possui um lateral esquerdo incapaz de realizar uma jogada de linha de fundo. Como ala, recuando um jogador de meio para ficar entre os zagueiros e deixar o Bidu livre, faz dele um ótimo jogador nota 6 que se esforça e vira um nota 7,5 ou 8. Mas o Lateral Bidu, jogando numa linha de 4, o faz pensar que ele é o Marcelo, mas não é um jogador nota 3.
Dentre os inúmeros erros em não saber colocar uma bola dentro da grande área, erra um cruzamento que dá origem ao escanteio e posteriormente GL do Cooza -
Danilo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Bidu é o retrato da falta de exigência no Corinthians: limitado, protegido e tratado como solução"
há 3 meses
detalhes do postPapo de maluco